Tratamento para a Coluna na Figueira da Foz – Ozonoterapia Medicinal – Dr. Paulo Borges

Ozonoterapia

O que é a Ozonoterapia?

No fundo, a ozonoterapia consiste na introdução de ozono no corpo recorrendo a diversos métodos. É possível a mistura com outros gases ou líquidos antes da injeção e a sua via de administração inclui a administração endovenosa, intramuscular, subcutânea, vaginal e rectal.

Também é possível utilizar a ozonoterapia associada à auto-hemoterapia. O sangue é retirado, exposto ao ozono e reintroduzido novamente no doente.

O ozono começou a ser utilizado em 1856 para desinfectar salas de operação e esterilizar instrumentos cirúrgicos. No final do século XIX, começou a ser utilizado para desinfetar a água para consumo, tendo sido um tratamento amplamente usado e que continua a sê-lo nos dias de hoje. Em 1892, o The Lancet publicou um artigo descrevendo a administração de ozono como tratamento para a tuberculose. A descrição do tratamento é interessante, principalmente o grupo onde o tratamento era mais eficaz:

“Onde se mostrou mais bem-sucedido foi nas pessoas com menos de trinta e cinco anos de idade com hemoptise catarral ou onde a doença não passou muito para o segundo estágio, não estaria muito ativa e estava limitada a um único lobo pulmonar, ou, se em ambos os pulmões, estaria confinado a áreas comparativamente pequenas. Em todos os casos em que essas condições existiam, a melhoria era imediata e progressiva “.

Lendo esta descrição, podemos concluir que os doentes que à partida seriam os mais saudáveis e com doença mais leve foram os doentes que melhoraram…milagre!

Durante a primeira guerra mundial (1914-18) os médicos utilizaram o ozono devido às suas propriedades antibacterianas. Nos finais dos anos 80, começaram a surgir relatos de doentes com HIV que estavam a ser “curados” como a ozonoterapia aplicada à auto-hemoterapia. As autoridades canadianas autorizaram a realização de estudos para testar a segurança e eficácia do ozono nesta condição. E, de facto, nos testes laboratoriais a ozonoterapia mostrou resultados promissores.  Era eficaz na desinfecção do sangue extra-corporal que estava infetado com HIV. No entanto, nos estudos clínicos, a ozonoterapia era ineficaz.

Isto é importante porquê? Porque existem dezenas, senão centenas de tratamentos que são promissores a nível laboratorial e não são eficazes em estudos clínicos. Ou seja, mostram grande potencial num tubo de ensaio, mas não a tratar doentes. Deste tipo de resultados laboratoriais temos assistido ao surgimento de vários tratamentos que se “vendem” como eficazes, mas que na realidade não o são.

Como é que funciona?

O ozono é dos elementos naturais com maior poder oxidativo, levando ao surgimento de radicais livres após a sua decomposição. Este radicais livres podem destruir substâncias biológicas, desde bactérias, vírus até às membranas celulares das células do nosso organismo.

Pensa-se que poderá ser este poder oxidativo que contribui para o surgimento de um efeito hormético. Um efeito hormético, de uma forma simples, significa que um determinado produto tem efeitos opostos em doses altas e em doses baixas. Pensa-se que em baixa dose, as agressões provocadas pelo ozono poderão preparar o corpo para quando surgirem agressões mais importantes, melhorando a sua resistência.

As vantagens atribuídas ao exercício físico e à restrição calórica poderão, em teoria, ser obtidas graças a este efeito.

Como falamos no artigo sobre antioxidantes, pensa-se que estes poderão ser prejudiciais por impedir os benefícios que advêm da exposição a baixas doses de radicais livres. No entanto, não deixa de ser engraçado termos um mercado direccionado para os antioxidantes e outro mercado completamente oposto, onde se promove o stress oxidativo para ganhos em saúde…

Para além disso, existem outros possíveis mecanismos através dos quais a ozonoterapia poderá ser benéfica:

Melhora a circulação, melhora o metabolismo, induz uma ativação ligeira do sistema imune e libertação de fatores de crescimento, dá uma sensação de bem estar aos utilizadores devido à ativação dos sistemas neuroendócrinos e ativa sistemas neuroprotetores. Portanto, será um ótimo tratamento…vamos ver para o quê.

Que doenças supostamente trata?

Segundo uma das clínicas que promovem este tratamento, a ozonoterapia é a melhor coisinha que aconteceu à medicina nos últimos tempos:

Quando citamos um prémio Nobel estamos a apelar à falácia da autoridade, principalmente quando não existe nenhum registo em que Enrico Fermi usou tais palavras, muito menos para descrever o ozono como tratamento válido para doenças no ser humano (pelo menos, não encontrei).

Segundo a sociedade portuguesa de ozonoterapia, não haverá doença que esta terapia não trate:

Aparelho Locomotor:
  • Artrose (Anca, Joelho, Coluna Vertebral , etc. )
  •  Artrite Reumatóide e outras doenças auto-imunes
  •  Bursites e tendinites
  •  Fibromialgia Reumática
  •  Hérnia discal e conflitos discorradiculares
  •  Estenoses do canal
  •  Síndrome do túnel cárpico e outras neuropatias periféricas
  •  Tratamento local de processos sépticos (osteomielites)
Aparelho Cardiovascular:
  •  Varizes e úlceras varicosas
  •  Pé diabético
  •  Tromboflebites
  •  Escaras
  •  Arterioderosis
  •  Claudicação Intermitente
  •  Insuficiência Venosa e Linfedema
  •  Ruptura de capilares
  • Cardiopatia isquémica
Aparelho Digestivo:
  •  Hepatites víricas (B e C)
  •  Colite ulcerosa
  •  Doença de Crohn
  •  Fístulas perineais
  •  Hemorróidas
  •  Proctites
  •  Ulceras gástricas
Medicina Estética e Dermatologia:
  • Celulite
  • Acne
  • Eczemas
  • Herpes Simplex e Zoster
  • Micoses
  • Queimaduras
  • Cicatrizes
  • Viríase cutânea
  • Psoríase
  • Mucosites
Neurologia:
  • Cefaleia Vascular
  • Depressão
  • Dor de cabeça
  • Doença de Parkinson
  • Demência Senil
  • Arteriosclerose cerebral
  • Alzheimer
Ginecologia:
  • Vulvovaginites de repetição
  • Infecções génito-urinárias por vírus , fungos e bactérias
  •  Processos inflamatórios e abcessos da mama
  •  Complicações sépticas obstétricas e puerpérias
Oftalmologia:
  •  Glaucoma de ângulo aberto
  •  Neuropatia óptica
  •  Retinosis pigmentária
  •  Degeneração macular senil
Geriatria:
  •  Cansaço e fadiga crónica
  •  Perca de memória
Otorrinolaringologia:
  • Amigdalite crónica
  •  Faringite infecciosa
  •  Síndrome vestíbulococlear periférico

DR.PAULO BORGES – MÉDICO DE MEDICINA CHINESA; PÓS-GRADUADO EM OZONOTERAPIA MEDICINAL;

MARCAÇÃO DE CONSULTAS ATRAVÉS DO TELM: 966 862 376

Tratamentos para a Coluna na Guarda – Ozonoterapia Medicinal – Dr. Paulo Borges

Ozonoterapia

O que é a Ozonoterapia?

No fundo, a ozonoterapia consiste na introdução de ozono no corpo recorrendo a diversos métodos. É possível a mistura com outros gases ou líquidos antes da injeção e a sua via de administração inclui a administração endovenosa, intramuscular, subcutânea, vaginal e rectal.

Também é possível utilizar a ozonoterapia associada à auto-hemoterapia. O sangue é retirado, exposto ao ozono e reintroduzido novamente no doente.

O ozono começou a ser utilizado em 1856 para desinfectar salas de operação e esterilizar instrumentos cirúrgicos. No final do século XIX, começou a ser utilizado para desinfetar a água para consumo, tendo sido um tratamento amplamente usado e que continua a sê-lo nos dias de hoje. Em 1892, o The Lancet publicou um artigo descrevendo a administração de ozono como tratamento para a tuberculose. A descrição do tratamento é interessante, principalmente o grupo onde o tratamento era mais eficaz:

“Onde se mostrou mais bem-sucedido foi nas pessoas com menos de trinta e cinco anos de idade com hemoptise catarral ou onde a doença não passou muito para o segundo estágio, não estaria muito ativa e estava limitada a um único lobo pulmonar, ou, se em ambos os pulmões, estaria confinado a áreas comparativamente pequenas. Em todos os casos em que essas condições existiam, a melhoria era imediata e progressiva “.

Lendo esta descrição, podemos concluir que os doentes que à partida seriam os mais saudáveis e com doença mais leve foram os doentes que melhoraram…milagre!

Durante a primeira guerra mundial (1914-18) os médicos utilizaram o ozono devido às suas propriedades antibacterianas. Nos finais dos anos 80, começaram a surgir relatos de doentes com HIV que estavam a ser “curados” como a ozonoterapia aplicada à auto-hemoterapia. As autoridades canadianas autorizaram a realização de estudos para testar a segurança e eficácia do ozono nesta condição. E, de facto, nos testes laboratoriais a ozonoterapia mostrou resultados promissores.  Era eficaz na desinfecção do sangue extra-corporal que estava infetado com HIV. No entanto, nos estudos clínicos, a ozonoterapia era ineficaz.

Isto é importante porquê? Porque existem dezenas, senão centenas de tratamentos que são promissores a nível laboratorial e não são eficazes em estudos clínicos. Ou seja, mostram grande potencial num tubo de ensaio, mas não a tratar doentes. Deste tipo de resultados laboratoriais temos assistido ao surgimento de vários tratamentos que se “vendem” como eficazes, mas que na realidade não o são.

Como é que funciona?

O ozono é dos elementos naturais com maior poder oxidativo, levando ao surgimento de radicais livres após a sua decomposição. Este radicais livres podem destruir substâncias biológicas, desde bactérias, vírus até às membranas celulares das células do nosso organismo.

Pensa-se que poderá ser este poder oxidativo que contribui para o surgimento de um efeito hormético. Um efeito hormético, de uma forma simples, significa que um determinado produto tem efeitos opostos em doses altas e em doses baixas. Pensa-se que em baixa dose, as agressões provocadas pelo ozono poderão preparar o corpo para quando surgirem agressões mais importantes, melhorando a sua resistência.

As vantagens atribuídas ao exercício físico e à restrição calórica poderão, em teoria, ser obtidas graças a este efeito.

Como falamos no artigo sobre antioxidantes, pensa-se que estes poderão ser prejudiciais por impedir os benefícios que advêm da exposição a baixas doses de radicais livres. No entanto, não deixa de ser engraçado termos um mercado direccionado para os antioxidantes e outro mercado completamente oposto, onde se promove o stress oxidativo para ganhos em saúde…

Para além disso, existem outros possíveis mecanismos através dos quais a ozonoterapia poderá ser benéfica:

Melhora a circulação, melhora o metabolismo, induz uma ativação ligeira do sistema imune e libertação de fatores de crescimento, dá uma sensação de bem estar aos utilizadores devido à ativação dos sistemas neuroendócrinos e ativa sistemas neuroprotetores. Portanto, será um ótimo tratamento…vamos ver para o quê.

Que doenças supostamente trata?

Segundo uma das clínicas que promovem este tratamento, a ozonoterapia é a melhor coisinha que aconteceu à medicina nos últimos tempos:

Quando citamos um prémio Nobel estamos a apelar à falácia da autoridade, principalmente quando não existe nenhum registo em que Enrico Fermi usou tais palavras, muito menos para descrever o ozono como tratamento válido para doenças no ser humano (pelo menos, não encontrei).

Segundo a sociedade portuguesa de ozonoterapia, não haverá doença que esta terapia não trate:

Aparelho Locomotor:
  • Artrose (Anca, Joelho, Coluna Vertebral , etc. )
  •  Artrite Reumatóide e outras doenças auto-imunes
  •  Bursites e tendinites
  •  Fibromialgia Reumática
  •  Hérnia discal e conflitos discorradiculares
  •  Estenoses do canal
  •  Síndrome do túnel cárpico e outras neuropatias periféricas
  •  Tratamento local de processos sépticos (osteomielites)
Aparelho Cardiovascular:
  •  Varizes e úlceras varicosas
  •  Pé diabético
  •  Tromboflebites
  •  Escaras
  •  Arterioderosis
  •  Claudicação Intermitente
  •  Insuficiência Venosa e Linfedema
  •  Ruptura de capilares
  • Cardiopatia isquémica
Aparelho Digestivo:
  •  Hepatites víricas (B e C)
  •  Colite ulcerosa
  •  Doença de Crohn
  •  Fístulas perineais
  •  Hemorróidas
  •  Proctites
  •  Ulceras gástricas
Medicina Estética e Dermatologia:
  • Celulite
  • Acne
  • Eczemas
  • Herpes Simplex e Zoster
  • Micoses
  • Queimaduras
  • Cicatrizes
  • Viríase cutânea
  • Psoríase
  • Mucosites
Neurologia:
  • Cefaleia Vascular
  • Depressão
  • Dor de cabeça
  • Doença de Parkinson
  • Demência Senil
  • Arteriosclerose cerebral
  • Alzheimer
Ginecologia:
  • Vulvovaginites de repetição
  • Infecções génito-urinárias por vírus , fungos e bactérias
  •  Processos inflamatórios e abcessos da mama
  •  Complicações sépticas obstétricas e puerpérias
Oftalmologia:
  •  Glaucoma de ângulo aberto
  •  Neuropatia óptica
  •  Retinosis pigmentária
  •  Degeneração macular senil
Geriatria:
  •  Cansaço e fadiga crónica
  •  Perca de memória
Otorrinolaringologia:
  • Amigdalite crónica
  •  Faringite infecciosa
  •  Síndrome vestíbulococlear periférico

DR.PAULO BORGES – MÉDICO DE MEDICINA CHINESA; PÓS-GRADUADO EM OZONOTERAPIA MEDICINAL;

MARCAÇÃO DE CONSULTAS ATRAVÉS DO TELM: 966 862 376

Tratamentos para a Coluna em Viseu – Ozonoterapia Medicinal – Dr. Paulo Borges

Ozonoterapia

O que é a Ozonoterapia?

No fundo, a ozonoterapia consiste na introdução de ozono no corpo recorrendo a diversos métodos. É possível a mistura com outros gases ou líquidos antes da injeção e a sua via de administração inclui a administração endovenosa, intramuscular, subcutânea, vaginal e rectal.

Também é possível utilizar a ozonoterapia associada à auto-hemoterapia. O sangue é retirado, exposto ao ozono e reintroduzido novamente no doente.

O ozono começou a ser utilizado em 1856 para desinfectar salas de operação e esterilizar instrumentos cirúrgicos. No final do século XIX, começou a ser utilizado para desinfetar a água para consumo, tendo sido um tratamento amplamente usado e que continua a sê-lo nos dias de hoje. Em 1892, o The Lancet publicou um artigo descrevendo a administração de ozono como tratamento para a tuberculose. A descrição do tratamento é interessante, principalmente o grupo onde o tratamento era mais eficaz:

“Onde se mostrou mais bem-sucedido foi nas pessoas com menos de trinta e cinco anos de idade com hemoptise catarral ou onde a doença não passou muito para o segundo estágio, não estaria muito ativa e estava limitada a um único lobo pulmonar, ou, se em ambos os pulmões, estaria confinado a áreas comparativamente pequenas. Em todos os casos em que essas condições existiam, a melhoria era imediata e progressiva “.

Lendo esta descrição, podemos concluir que os doentes que à partida seriam os mais saudáveis e com doença mais leve foram os doentes que melhoraram…milagre!

Durante a primeira guerra mundial (1914-18) os médicos utilizaram o ozono devido às suas propriedades antibacterianas. Nos finais dos anos 80, começaram a surgir relatos de doentes com HIV que estavam a ser “curados” como a ozonoterapia aplicada à auto-hemoterapia. As autoridades canadianas autorizaram a realização de estudos para testar a segurança e eficácia do ozono nesta condição. E, de facto, nos testes laboratoriais a ozonoterapia mostrou resultados promissores.  Era eficaz na desinfecção do sangue extra-corporal que estava infetado com HIV. No entanto, nos estudos clínicos, a ozonoterapia era ineficaz.

Isto é importante porquê? Porque existem dezenas, senão centenas de tratamentos que são promissores a nível laboratorial e não são eficazes em estudos clínicos. Ou seja, mostram grande potencial num tubo de ensaio, mas não a tratar doentes. Deste tipo de resultados laboratoriais temos assistido ao surgimento de vários tratamentos que se “vendem” como eficazes, mas que na realidade não o são.

Como é que funciona?

O ozono é dos elementos naturais com maior poder oxidativo, levando ao surgimento de radicais livres após a sua decomposição. Este radicais livres podem destruir substâncias biológicas, desde bactérias, vírus até às membranas celulares das células do nosso organismo.

Pensa-se que poderá ser este poder oxidativo que contribui para o surgimento de um efeito hormético. Um efeito hormético, de uma forma simples, significa que um determinado produto tem efeitos opostos em doses altas e em doses baixas. Pensa-se que em baixa dose, as agressões provocadas pelo ozono poderão preparar o corpo para quando surgirem agressões mais importantes, melhorando a sua resistência.

As vantagens atribuídas ao exercício físico e à restrição calórica poderão, em teoria, ser obtidas graças a este efeito.

Como falamos no artigo sobre antioxidantes, pensa-se que estes poderão ser prejudiciais por impedir os benefícios que advêm da exposição a baixas doses de radicais livres. No entanto, não deixa de ser engraçado termos um mercado direccionado para os antioxidantes e outro mercado completamente oposto, onde se promove o stress oxidativo para ganhos em saúde…

Para além disso, existem outros possíveis mecanismos através dos quais a ozonoterapia poderá ser benéfica:

Melhora a circulação, melhora o metabolismo, induz uma ativação ligeira do sistema imune e libertação de fatores de crescimento, dá uma sensação de bem estar aos utilizadores devido à ativação dos sistemas neuroendócrinos e ativa sistemas neuroprotetores. Portanto, será um ótimo tratamento…vamos ver para o quê.

Que doenças supostamente trata?

Segundo uma das clínicas que promovem este tratamento, a ozonoterapia é a melhor coisinha que aconteceu à medicina nos últimos tempos:

Quando citamos um prémio Nobel estamos a apelar à falácia da autoridade, principalmente quando não existe nenhum registo em que Enrico Fermi usou tais palavras, muito menos para descrever o ozono como tratamento válido para doenças no ser humano (pelo menos, não encontrei).

Segundo a sociedade portuguesa de ozonoterapia, não haverá doença que esta terapia não trate:

Aparelho Locomotor:
  • Artrose (Anca, Joelho, Coluna Vertebral , etc. )
  •  Artrite Reumatóide e outras doenças auto-imunes
  •  Bursites e tendinites
  •  Fibromialgia Reumática
  •  Hérnia discal e conflitos discorradiculares
  •  Estenoses do canal
  •  Síndrome do túnel cárpico e outras neuropatias periféricas
  •  Tratamento local de processos sépticos (osteomielites)
Aparelho Cardiovascular:
  •  Varizes e úlceras varicosas
  •  Pé diabético
  •  Tromboflebites
  •  Escaras
  •  Arterioderosis
  •  Claudicação Intermitente
  •  Insuficiência Venosa e Linfedema
  •  Ruptura de capilares
  • Cardiopatia isquémica
Aparelho Digestivo:
  •  Hepatites víricas (B e C)
  •  Colite ulcerosa
  •  Doença de Crohn
  •  Fístulas perineais
  •  Hemorróidas
  •  Proctites
  •  Ulceras gástricas
Medicina Estética e Dermatologia:
  • Celulite
  • Acne
  • Eczemas
  • Herpes Simplex e Zoster
  • Micoses
  • Queimaduras
  • Cicatrizes
  • Viríase cutânea
  • Psoríase
  • Mucosites
Neurologia:
  • Cefaleia Vascular
  • Depressão
  • Dor de cabeça
  • Doença de Parkinson
  • Demência Senil
  • Arteriosclerose cerebral
  • Alzheimer
Ginecologia:
  • Vulvovaginites de repetição
  • Infecções génito-urinárias por vírus , fungos e bactérias
  •  Processos inflamatórios e abcessos da mama
  •  Complicações sépticas obstétricas e puerpérias
Oftalmologia:
  •  Glaucoma de ângulo aberto
  •  Neuropatia óptica
  •  Retinosis pigmentária
  •  Degeneração macular senil
Geriatria:
  •  Cansaço e fadiga crónica
  •  Perca de memória
Otorrinolaringologia:
  • Amigdalite crónica
  •  Faringite infecciosa
  •  Síndrome vestíbulococlear periférico

DR.PAULO BORGES – MÉDICO DE MEDICINA CHINESA; PÓS-GRADUADO EM OZONOTERAPIA MEDICINAL;

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OZONOTERAPIA – ACUPUNTURA – MEDICINA CHINESA – MESOTERAPIA – DR. PAULO BORGES NA GUARDA

Ozonoterapia

O que é a Ozonoterapia?

No fundo, a ozonoterapia consiste na introdução de ozono no corpo recorrendo a diversos métodos. É possível a mistura com outros gases ou líquidos antes da injeção e a sua via de administração inclui a administração endovenosa, intramuscular, subcutânea, vaginal e rectal.

Também é possível utilizar a ozonoterapia associada à auto-hemoterapia. O sangue é retirado, exposto ao ozono e reintroduzido novamente no doente.

O ozono começou a ser utilizado em 1856 para desinfectar salas de operação e esterilizar instrumentos cirúrgicos. No final do século XIX, começou a ser utilizado para desinfetar a água para consumo, tendo sido um tratamento amplamente usado e que continua a sê-lo nos dias de hoje. Em 1892, o The Lancet publicou um artigo descrevendo a administração de ozono como tratamento para a tuberculose. A descrição do tratamento é interessante, principalmente o grupo onde o tratamento era mais eficaz:

“Onde se mostrou mais bem-sucedido foi nas pessoas com menos de trinta e cinco anos de idade com hemoptise catarral ou onde a doença não passou muito para o segundo estágio, não estaria muito ativa e estava limitada a um único lobo pulmonar, ou, se em ambos os pulmões, estaria confinado a áreas comparativamente pequenas. Em todos os casos em que essas condições existiam, a melhoria era imediata e progressiva “.

Lendo esta descrição, podemos concluir que os doentes que à partida seriam os mais saudáveis e com doença mais leve foram os doentes que melhoraram…milagre!

Durante a primeira guerra mundial (1914-18) os médicos utilizaram o ozono devido às suas propriedades antibacterianas. Nos finais dos anos 80, começaram a surgir relatos de doentes com HIV que estavam a ser “curados” como a ozonoterapia aplicada à auto-hemoterapia. As autoridades canadianas autorizaram a realização de estudos para testar a segurança e eficácia do ozono nesta condição. E, de facto, nos testes laboratoriais a ozonoterapia mostrou resultados promissores.  Era eficaz na desinfecção do sangue extra-corporal que estava infetado com HIV. No entanto, nos estudos clínicos, a ozonoterapia era ineficaz.

Isto é importante porquê? Porque existem dezenas, senão centenas de tratamentos que são promissores a nível laboratorial e não são eficazes em estudos clínicos. Ou seja, mostram grande potencial num tubo de ensaio, mas não a tratar doentes. Deste tipo de resultados laboratoriais temos assistido ao surgimento de vários tratamentos que se “vendem” como eficazes, mas que na realidade não o são.

Como é que funciona?

O ozono é dos elementos naturais com maior poder oxidativo, levando ao surgimento de radicais livres após a sua decomposição. Este radicais livres podem destruir substâncias biológicas, desde bactérias, vírus até às membranas celulares das células do nosso organismo.

Pensa-se que poderá ser este poder oxidativo que contribui para o surgimento de um efeito hormético. Um efeito hormético, de uma forma simples, significa que um determinado produto tem efeitos opostos em doses altas e em doses baixas. Pensa-se que em baixa dose, as agressões provocadas pelo ozono poderão preparar o corpo para quando surgirem agressões mais importantes, melhorando a sua resistência.

As vantagens atribuídas ao exercício físico e à restrição calórica poderão, em teoria, ser obtidas graças a este efeito.

Como falamos no artigo sobre antioxidantes, pensa-se que estes poderão ser prejudiciais por impedir os benefícios que advêm da exposição a baixas doses de radicais livres. No entanto, não deixa de ser engraçado termos um mercado direccionado para os antioxidantes e outro mercado completamente oposto, onde se promove o stress oxidativo para ganhos em saúde…

Para além disso, existem outros possíveis mecanismos através dos quais a ozonoterapia poderá ser benéfica:

Melhora a circulação, melhora o metabolismo, induz uma ativação ligeira do sistema imune e libertação de fatores de crescimento, dá uma sensação de bem estar aos utilizadores devido à ativação dos sistemas neuroendócrinos e ativa sistemas neuroprotetores. Portanto, será um ótimo tratamento…vamos ver para o quê.

Que doenças supostamente trata?

Segundo uma das clínicas que promovem este tratamento, a ozonoterapia é a melhor coisinha que aconteceu à medicina nos últimos tempos:

Quando citamos um prémio Nobel estamos a apelar à falácia da autoridade, principalmente quando não existe nenhum registo em que Enrico Fermi usou tais palavras, muito menos para descrever o ozono como tratamento válido para doenças no ser humano (pelo menos, não encontrei).

Segundo a sociedade portuguesa de ozonoterapia, não haverá doença que esta terapia não trate:

Aparelho Locomotor:
  • Artrose (Anca, Joelho, Coluna Vertebral , etc. )
  •  Artrite Reumatóide e outras doenças auto-imunes
  •  Bursites e tendinites
  •  Fibromialgia Reumática
  •  Hérnia discal e conflitos discorradiculares
  •  Estenoses do canal
  •  Síndrome do túnel cárpico e outras neuropatias periféricas
  •  Tratamento local de processos sépticos (osteomielites)
Aparelho Cardiovascular:
  •  Varizes e úlceras varicosas
  •  Pé diabético
  •  Tromboflebites
  •  Escaras
  •  Arterioderosis
  •  Claudicação Intermitente
  •  Insuficiência Venosa e Linfedema
  •  Ruptura de capilares
  • Cardiopatia isquémica
Aparelho Digestivo:
  •  Hepatites víricas (B e C)
  •  Colite ulcerosa
  •  Doença de Crohn
  •  Fístulas perineais
  •  Hemorróidas
  •  Proctites
  •  Ulceras gástricas
Medicina Estética e Dermatologia:
  • Celulite
  • Acne
  • Eczemas
  • Herpes Simplex e Zoster
  • Micoses
  • Queimaduras
  • Cicatrizes
  • Viríase cutânea
  • Psoríase
  • Mucosites
Neurologia:
  • Cefaleia Vascular
  • Depressão
  • Dor de cabeça
  • Doença de Parkinson
  • Demência Senil
  • Arteriosclerose cerebral
  • Alzheimer
Ginecologia:
  • Vulvovaginites de repetição
  • Infecções génito-urinárias por vírus , fungos e bactérias
  •  Processos inflamatórios e abcessos da mama
  •  Complicações sépticas obstétricas e puerpérias
Oftalmologia:
  •  Glaucoma de ângulo aberto
  •  Neuropatia óptica
  •  Retinosis pigmentária
  •  Degeneração macular senil
Geriatria:
  •  Cansaço e fadiga crónica
  •  Perca de memória
Otorrinolaringologia:
  • Amigdalite crónica
  •  Faringite infecciosa
  •  Síndrome vestíbulococlear periférico

DR.PAULO BORGES – MÉDICO DE MEDICINA CHINESA; PÓS-GRADUADO EM OZONOTERAPIA MEDICINAL;

MARCAÇÃO DE CONSULTAS ATRAVÉS DO TELM: 966 862 376

OZONOTERAPIA – ACUPUNTURA – MEDICINA CHINESA – MESOTERAPIA – DR. PAULO BORGES NA FIGUEIRA DA FOZ

Ozonoterapia

O que é a Ozonoterapia?

No fundo, a ozonoterapia consiste na introdução de ozono no corpo recorrendo a diversos métodos. É possível a mistura com outros gases ou líquidos antes da injeção e a sua via de administração inclui a administração endovenosa, intramuscular, subcutânea, vaginal e rectal.

Também é possível utilizar a ozonoterapia associada à auto-hemoterapia. O sangue é retirado, exposto ao ozono e reintroduzido novamente no doente.

O ozono começou a ser utilizado em 1856 para desinfectar salas de operação e esterilizar instrumentos cirúrgicos. No final do século XIX, começou a ser utilizado para desinfetar a água para consumo, tendo sido um tratamento amplamente usado e que continua a sê-lo nos dias de hoje. Em 1892, o The Lancet publicou um artigo descrevendo a administração de ozono como tratamento para a tuberculose. A descrição do tratamento é interessante, principalmente o grupo onde o tratamento era mais eficaz:

“Onde se mostrou mais bem-sucedido foi nas pessoas com menos de trinta e cinco anos de idade com hemoptise catarral ou onde a doença não passou muito para o segundo estágio, não estaria muito ativa e estava limitada a um único lobo pulmonar, ou, se em ambos os pulmões, estaria confinado a áreas comparativamente pequenas. Em todos os casos em que essas condições existiam, a melhoria era imediata e progressiva “.

Lendo esta descrição, podemos concluir que os doentes que à partida seriam os mais saudáveis e com doença mais leve foram os doentes que melhoraram…milagre!

Durante a primeira guerra mundial (1914-18) os médicos utilizaram o ozono devido às suas propriedades antibacterianas. Nos finais dos anos 80, começaram a surgir relatos de doentes com HIV que estavam a ser “curados” como a ozonoterapia aplicada à auto-hemoterapia. As autoridades canadianas autorizaram a realização de estudos para testar a segurança e eficácia do ozono nesta condição. E, de facto, nos testes laboratoriais a ozonoterapia mostrou resultados promissores.  Era eficaz na desinfecção do sangue extra-corporal que estava infetado com HIV. No entanto, nos estudos clínicos, a ozonoterapia era ineficaz.

Isto é importante porquê? Porque existem dezenas, senão centenas de tratamentos que são promissores a nível laboratorial e não são eficazes em estudos clínicos. Ou seja, mostram grande potencial num tubo de ensaio, mas não a tratar doentes. Deste tipo de resultados laboratoriais temos assistido ao surgimento de vários tratamentos que se “vendem” como eficazes, mas que na realidade não o são.

Como é que funciona?

O ozono é dos elementos naturais com maior poder oxidativo, levando ao surgimento de radicais livres após a sua decomposição. Este radicais livres podem destruir substâncias biológicas, desde bactérias, vírus até às membranas celulares das células do nosso organismo.

Pensa-se que poderá ser este poder oxidativo que contribui para o surgimento de um efeito hormético. Um efeito hormético, de uma forma simples, significa que um determinado produto tem efeitos opostos em doses altas e em doses baixas. Pensa-se que em baixa dose, as agressões provocadas pelo ozono poderão preparar o corpo para quando surgirem agressões mais importantes, melhorando a sua resistência.

As vantagens atribuídas ao exercício físico e à restrição calórica poderão, em teoria, ser obtidas graças a este efeito.

Como falamos no artigo sobre antioxidantes, pensa-se que estes poderão ser prejudiciais por impedir os benefícios que advêm da exposição a baixas doses de radicais livres. No entanto, não deixa de ser engraçado termos um mercado direccionado para os antioxidantes e outro mercado completamente oposto, onde se promove o stress oxidativo para ganhos em saúde…

Para além disso, existem outros possíveis mecanismos através dos quais a ozonoterapia poderá ser benéfica:

Melhora a circulação, melhora o metabolismo, induz uma ativação ligeira do sistema imune e libertação de fatores de crescimento, dá uma sensação de bem estar aos utilizadores devido à ativação dos sistemas neuroendócrinos e ativa sistemas neuroprotetores. Portanto, será um ótimo tratamento…vamos ver para o quê.

Que doenças supostamente trata?

Segundo uma das clínicas que promovem este tratamento, a ozonoterapia é a melhor coisinha que aconteceu à medicina nos últimos tempos:

Quando citamos um prémio Nobel estamos a apelar à falácia da autoridade, principalmente quando não existe nenhum registo em que Enrico Fermi usou tais palavras, muito menos para descrever o ozono como tratamento válido para doenças no ser humano (pelo menos, não encontrei).

Segundo a sociedade portuguesa de ozonoterapia, não haverá doença que esta terapia não trate:

Aparelho Locomotor:
  • Artrose (Anca, Joelho, Coluna Vertebral , etc. )
  •  Artrite Reumatóide e outras doenças auto-imunes
  •  Bursites e tendinites
  •  Fibromialgia Reumática
  •  Hérnia discal e conflitos discorradiculares
  •  Estenoses do canal
  •  Síndrome do túnel cárpico e outras neuropatias periféricas
  •  Tratamento local de processos sépticos (osteomielites)
Aparelho Cardiovascular:
  •  Varizes e úlceras varicosas
  •  Pé diabético
  •  Tromboflebites
  •  Escaras
  •  Arterioderosis
  •  Claudicação Intermitente
  •  Insuficiência Venosa e Linfedema
  •  Ruptura de capilares
  • Cardiopatia isquémica
Aparelho Digestivo:
  •  Hepatites víricas (B e C)
  •  Colite ulcerosa
  •  Doença de Crohn
  •  Fístulas perineais
  •  Hemorróidas
  •  Proctites
  •  Ulceras gástricas
Medicina Estética e Dermatologia:
  • Celulite
  • Acne
  • Eczemas
  • Herpes Simplex e Zoster
  • Micoses
  • Queimaduras
  • Cicatrizes
  • Viríase cutânea
  • Psoríase
  • Mucosites
Neurologia:
  • Cefaleia Vascular
  • Depressão
  • Dor de cabeça
  • Doença de Parkinson
  • Demência Senil
  • Arteriosclerose cerebral
  • Alzheimer
Ginecologia:
  • Vulvovaginites de repetição
  • Infecções génito-urinárias por vírus , fungos e bactérias
  •  Processos inflamatórios e abcessos da mama
  •  Complicações sépticas obstétricas e puerpérias
Oftalmologia:
  •  Glaucoma de ângulo aberto
  •  Neuropatia óptica
  •  Retinosis pigmentária
  •  Degeneração macular senil
Geriatria:
  •  Cansaço e fadiga crónica
  •  Perca de memória
Otorrinolaringologia:
  • Amigdalite crónica
  •  Faringite infecciosa
  •  Síndrome vestíbulococlear periférico

DR.PAULO BORGES – MÉDICO DE MEDICINA CHINESA; PÓS-GRADUADO EM OZONOTERAPIA MEDICINAL;

MARCAÇÃO DE CONSULTAS ATRAVÉS DO TELM: 966 862 376

Ozonoterapia – Acupuntura – Medicina Chinesa – Mesoterapia – Dr. Paulo Borges em Viseu

Ozonoterapia

O que é a Ozonoterapia?

No fundo, a ozonoterapia consiste na introdução de ozono no corpo recorrendo a diversos métodos. É possível a mistura com outros gases ou líquidos antes da injeção e a sua via de administração inclui a administração endovenosa, intramuscular, subcutânea, vaginal e rectal.

Também é possível utilizar a ozonoterapia associada à auto-hemoterapia. O sangue é retirado, exposto ao ozono e reintroduzido novamente no doente.

O ozono começou a ser utilizado em 1856 para desinfectar salas de operação e esterilizar instrumentos cirúrgicos. No final do século XIX, começou a ser utilizado para desinfetar a água para consumo, tendo sido um tratamento amplamente usado e que continua a sê-lo nos dias de hoje. Em 1892, o The Lancet publicou um artigo descrevendo a administração de ozono como tratamento para a tuberculose. A descrição do tratamento é interessante, principalmente o grupo onde o tratamento era mais eficaz:

“Onde se mostrou mais bem-sucedido foi nas pessoas com menos de trinta e cinco anos de idade com hemoptise catarral ou onde a doença não passou muito para o segundo estágio, não estaria muito ativa e estava limitada a um único lobo pulmonar, ou, se em ambos os pulmões, estaria confinado a áreas comparativamente pequenas. Em todos os casos em que essas condições existiam, a melhoria era imediata e progressiva “.

Lendo esta descrição, podemos concluir que os doentes que à partida seriam os mais saudáveis e com doença mais leve foram os doentes que melhoraram…milagre!

Durante a primeira guerra mundial (1914-18) os médicos utilizaram o ozono devido às suas propriedades antibacterianas. Nos finais dos anos 80, começaram a surgir relatos de doentes com HIV que estavam a ser “curados” como a ozonoterapia aplicada à auto-hemoterapia. As autoridades canadianas autorizaram a realização de estudos para testar a segurança e eficácia do ozono nesta condição. E, de facto, nos testes laboratoriais a ozonoterapia mostrou resultados promissores.  Era eficaz na desinfecção do sangue extra-corporal que estava infetado com HIV. No entanto, nos estudos clínicos, a ozonoterapia era ineficaz.

Isto é importante porquê? Porque existem dezenas, senão centenas de tratamentos que são promissores a nível laboratorial e não são eficazes em estudos clínicos. Ou seja, mostram grande potencial num tubo de ensaio, mas não a tratar doentes. Deste tipo de resultados laboratoriais temos assistido ao surgimento de vários tratamentos que se “vendem” como eficazes, mas que na realidade não o são.

Como é que funciona?

O ozono é dos elementos naturais com maior poder oxidativo, levando ao surgimento de radicais livres após a sua decomposição. Este radicais livres podem destruir substâncias biológicas, desde bactérias, vírus até às membranas celulares das células do nosso organismo.

Pensa-se que poderá ser este poder oxidativo que contribui para o surgimento de um efeito hormético. Um efeito hormético, de uma forma simples, significa que um determinado produto tem efeitos opostos em doses altas e em doses baixas. Pensa-se que em baixa dose, as agressões provocadas pelo ozono poderão preparar o corpo para quando surgirem agressões mais importantes, melhorando a sua resistência.

As vantagens atribuídas ao exercício físico e à restrição calórica poderão, em teoria, ser obtidas graças a este efeito.

Como falamos no artigo sobre antioxidantes, pensa-se que estes poderão ser prejudiciais por impedir os benefícios que advêm da exposição a baixas doses de radicais livres. No entanto, não deixa de ser engraçado termos um mercado direccionado para os antioxidantes e outro mercado completamente oposto, onde se promove o stress oxidativo para ganhos em saúde…

Para além disso, existem outros possíveis mecanismos através dos quais a ozonoterapia poderá ser benéfica:

Melhora a circulação, melhora o metabolismo, induz uma ativação ligeira do sistema imune e libertação de fatores de crescimento, dá uma sensação de bem estar aos utilizadores devido à ativação dos sistemas neuroendócrinos e ativa sistemas neuroprotetores. Portanto, será um ótimo tratamento…vamos ver para o quê.

Que doenças supostamente trata?

Segundo uma das clínicas que promovem este tratamento, a ozonoterapia é a melhor coisinha que aconteceu à medicina nos últimos tempos:

Quando citamos um prémio Nobel estamos a apelar à falácia da autoridade, principalmente quando não existe nenhum registo em que Enrico Fermi usou tais palavras, muito menos para descrever o ozono como tratamento válido para doenças no ser humano (pelo menos, não encontrei).

Segundo a sociedade portuguesa de ozonoterapia, não haverá doença que esta terapia não trate:

Aparelho Locomotor:
  • Artrose (Anca, Joelho, Coluna Vertebral , etc. )
  •  Artrite Reumatóide e outras doenças auto-imunes
  •  Bursites e tendinites
  •  Fibromialgia Reumática
  •  Hérnia discal e conflitos discorradiculares
  •  Estenoses do canal
  •  Síndrome do túnel cárpico e outras neuropatias periféricas
  •  Tratamento local de processos sépticos (osteomielites)
Aparelho Cardiovascular:
  •  Varizes e úlceras varicosas
  •  Pé diabético
  •  Tromboflebites
  •  Escaras
  •  Arterioderosis
  •  Claudicação Intermitente
  •  Insuficiência Venosa e Linfedema
  •  Ruptura de capilares
  • Cardiopatia isquémica
Aparelho Digestivo:
  •  Hepatites víricas (B e C)
  •  Colite ulcerosa
  •  Doença de Crohn
  •  Fístulas perineais
  •  Hemorróidas
  •  Proctites
  •  Ulceras gástricas
Medicina Estética e Dermatologia:
  • Celulite
  • Acne
  • Eczemas
  • Herpes Simplex e Zoster
  • Micoses
  • Queimaduras
  • Cicatrizes
  • Viríase cutânea
  • Psoríase
  • Mucosites
Neurologia:
  • Cefaleia Vascular
  • Depressão
  • Dor de cabeça
  • Doença de Parkinson
  • Demência Senil
  • Arteriosclerose cerebral
  • Alzheimer
Ginecologia:
  • Vulvovaginites de repetição
  • Infecções génito-urinárias por vírus , fungos e bactérias
  •  Processos inflamatórios e abcessos da mama
  •  Complicações sépticas obstétricas e puerpérias
Oftalmologia:
  •  Glaucoma de ângulo aberto
  •  Neuropatia óptica
  •  Retinosis pigmentária
  •  Degeneração macular senil
Geriatria:
  •  Cansaço e fadiga crónica
  •  Perca de memória
Otorrinolaringologia:
  • Amigdalite crónica
  •  Faringite infecciosa
  •  Síndrome vestíbulococlear periférico

DR.PAULO BORGES – MÉDICO DE MEDICINA CHINESA; PÓS-GRADUADO EM OZONOTERAPIA;

MARCAÇÃO DE CONSULTAS ATRAVÉS DO TELM: 966 862 376

Consultas de Ozonoterapia em Viseu – Clínica Dr Paulo Borges

Ozonoterapia

O que é a Ozonoterapia?

No fundo, a ozonoterapia consiste na introdução de ozono no corpo recorrendo a diversos métodos. É possível a mistura com outros gases ou líquidos antes da injeção e a sua via de administração inclui a administração endovenosa, intramuscular, subcutânea, vaginal e rectal.

Também é possível utilizar a ozonoterapia associada à auto-hemoterapia. O sangue é retirado, exposto ao ozono e reintroduzido novamente no doente.

O ozono começou a ser utilizado em 1856 para desinfectar salas de operação e esterilizar instrumentos cirúrgicos. No final do século XIX, começou a ser utilizado para desinfetar a água para consumo, tendo sido um tratamento amplamente usado e que continua a sê-lo nos dias de hoje. Em 1892, o The Lancet publicou um artigo descrevendo a administração de ozono como tratamento para a tuberculose. A descrição do tratamento é interessante, principalmente o grupo onde o tratamento era mais eficaz:

“Onde se mostrou mais bem-sucedido foi nas pessoas com menos de trinta e cinco anos de idade com hemoptise catarral ou onde a doença não passou muito para o segundo estágio, não estaria muito ativa e estava limitada a um único lobo pulmonar, ou, se em ambos os pulmões, estaria confinado a áreas comparativamente pequenas. Em todos os casos em que essas condições existiam, a melhoria era imediata e progressiva “.

Lendo esta descrição, podemos concluir que os doentes que à partida seriam os mais saudáveis e com doença mais leve foram os doentes que melhoraram…milagre!

Durante a primeira guerra mundial (1914-18) os médicos utilizaram o ozono devido às suas propriedades antibacterianas. Nos finais dos anos 80, começaram a surgir relatos de doentes com HIV que estavam a ser “curados” como a ozonoterapia aplicada à auto-hemoterapia. As autoridades canadianas autorizaram a realização de estudos para testar a segurança e eficácia do ozono nesta condição. E, de facto, nos testes laboratoriais a ozonoterapia mostrou resultados promissores.  Era eficaz na desinfecção do sangue extra-corporal que estava infetado com HIV. No entanto, nos estudos clínicos, a ozonoterapia era ineficaz.

Isto é importante porquê? Porque existem dezenas, senão centenas de tratamentos que são promissores a nível laboratorial e não são eficazes em estudos clínicos. Ou seja, mostram grande potencial num tubo de ensaio, mas não a tratar doentes. Deste tipo de resultados laboratoriais temos assistido ao surgimento de vários tratamentos que se “vendem” como eficazes, mas que na realidade não o são.

Como é que funciona?

O ozono é dos elementos naturais com maior poder oxidativo, levando ao surgimento de radicais livres após a sua decomposição. Este radicais livres podem destruir substâncias biológicas, desde bactérias, vírus até às membranas celulares das células do nosso organismo.

Pensa-se que poderá ser este poder oxidativo que contribui para o surgimento de um efeito hormético. Um efeito hormético, de uma forma simples, significa que um determinado produto tem efeitos opostos em doses altas e em doses baixas. Pensa-se que em baixa dose, as agressões provocadas pelo ozono poderão preparar o corpo para quando surgirem agressões mais importantes, melhorando a sua resistência.

As vantagens atribuídas ao exercício físico e à restrição calórica poderão, em teoria, ser obtidas graças a este efeito.

Como falamos no artigo sobre antioxidantes, pensa-se que estes poderão ser prejudiciais por impedir os benefícios que advêm da exposição a baixas doses de radicais livres. No entanto, não deixa de ser engraçado termos um mercado direccionado para os antioxidantes e outro mercado completamente oposto, onde se promove o stress oxidativo para ganhos em saúde…

Para além disso, existem outros possíveis mecanismos através dos quais a ozonoterapia poderá ser benéfica:

Melhora a circulação, melhora o metabolismo, induz uma ativação ligeira do sistema imune e libertação de fatores de crescimento, dá uma sensação de bem estar aos utilizadores devido à ativação dos sistemas neuroendócrinos e ativa sistemas neuroprotetores. Portanto, será um ótimo tratamento…vamos ver para o quê.

Que doenças supostamente trata?

Segundo uma das clínicas que promovem este tratamento, a ozonoterapia é a melhor coisinha que aconteceu à medicina nos últimos tempos:

Quando citamos um prémio Nobel estamos a apelar à falácia da autoridade, principalmente quando não existe nenhum registo em que Enrico Fermi usou tais palavras, muito menos para descrever o ozono como tratamento válido para doenças no ser humano (pelo menos, não encontrei).

Segundo a sociedade portuguesa de ozonoterapia, não haverá doença que esta terapia não trate:

Aparelho Locomotor:
  • Artrose (Anca, Joelho, Coluna Vertebral , etc. )
  •  Artrite Reumatóide e outras doenças auto-imunes
  •  Bursites e tendinites
  •  Fibromialgia Reumática
  •  Hérnia discal e conflitos discorradiculares
  •  Estenoses do canal
  •  Síndrome do túnel cárpico e outras neuropatias periféricas
  •  Tratamento local de processos sépticos (osteomielites)
Aparelho Cardiovascular:
  •  Varizes e úlceras varicosas
  •  Pé diabético
  •  Tromboflebites
  •  Escaras
  •  Arterioderosis (?!)
  •  Claudicação Intermitente
  •  Insuficiência Venosa e Linfedema
  •  Ruptura de capilares
  • Cardiopatia isquémica
Aparelho Digestivo:
  •  Hepatites víricas (B e C)
  •  Colite ulcerosa
  •  Doença de Crohn
  •  Fístulas perineais
  •  Hemorróidas
  •  Proctites
  •  Ulceras gástricas
Medicina Estética e Dermatologia:
  • Celulite
  • Acne
  • Eczemas
  • Herpes Simplex e Zoster
  • Micoses
  • Queimaduras
  • Cicatrizes
  • Viríase cutânea (?!)
  • Psoríase
  • Mucosites
Neurologia:
  • Cefaleia Vascular
  • Depressão
  • Dor de cabeça
  • Doença de Parkinson
  • Demência Senil
  • Arteriosclerose cerebral
  • Alzheimer
Ginecologia:
  • Vulvovaginites de repetição
  • Infecções génito-urinárias por vírus , fungos e bactérias
  •  Processos inflamatórios e abcessos da mama
  •  Complicações sépticas obstétricas e puerpérias
Oftalmologia:
  •  Glaucoma de ângulo aberto
  •  Neuropatia óptica
  •  Retinosis pigmentária
  •  Degeneração macular senil
Geriatria:
  •  Cansaço e fadiga crónica
  •  Perca de memória
Otorrinolaringologia:
  • Amigdalite crónica
  •  Faringite infecciosa
  •  Síndrome vestíbulococlear periférico

DR.PAULO BORGES – MÉDICO DE MEDICINA CHINESA; PÓS-GRADUADO EM OZONOTERAPIA;

MARCAÇÃO DE CONSULTAS ATRAVÉS DO TELM: 966 862 376

Acupuntura-poderosa técnica para o seu bem-estar emocional em Nelas

Acupuntura para seu bem-estar emocional

Acupuntura é uma técnica milenar que integra a medicina tradicional chinesa. Os benefícios desse tratamento têm sido cada vez mais reconhecidos através da OMS. Sua aplicação vem sendo utilizada para cuidar de diversas áreas da saúde humana, incluindo a saúde mental. 

Depressão, transtornos de ansiedade e até dependência química encontram na prática da acupuntura uma via alternativa para o cuidado terapêutico da mente e aumento do bem-estar emocional.

Diversos estudos têm mostrado que a acupuntura é uma terapia valiosa e poderosa. Ela age como auxiliar dos tratamentos convencionais como antidepressivos e psicoterapia, aliviando significativamente o sofrimento de quem convive diáriamente com distúrbios e transtornos de saúde mental.

A acupuntura tem como principal objetivo recuperar o equilíbrio dos chamados canais energéticos os chamados meridianos. Os médicos chineses consideram que nosso corpo possui uma energia vital, a quem eles denominam Qi

A prática clínica baseia-se na ideia de que nossos maiores problemas relacionados à saúde física e mental são causados ​​pelo desequilíbrio dessa energia (QI). Mas quando corpo e mente encontram-se em perfeito funcionamento, o Qi flui através dos canais energéticos denominados por meridianos, que estão localizados em diversos pontos do nosso corpo.

Ás vezes o Qi fica congestionado em diferentes vias meridianas, levando a doenças ou distúrbios emocionais.

Esse congestionamento dos canais meridianos e consequente bloqueio do Qi podem ter uma variedade de causas, entre elas a má alimentação, stress e traumas físicos, herança genética, entre outros.

Acupuntura e o bem-estar emocional

A acupuntura, serve para desbloquear esse fluxo de energia e tratar a verdadeira fonte do problema, seja ele puramente físico ou de ordem emocional.

Teoria dos 5 movimentos e a relação entre corpo físico e mente

Para a medicina chinesa as doenças e transtornos psicológicos têm uma relação direta com o mau funcionamento do organismo. Desse modo, como princípio básico para equilibrar corpo e mente, a acupuntura relaciona os órgãos do corpo aos estados emocionais para a aplicação da técnica de agulhamento.

Tudo parte do princípio da Teoria dos 5 Movimentos, segundo a filosofia chinesa. Essa teoria é aplicada na medicina tradicional, da qual a acupuntura faz parte, e traça um paralelo entre os elementos da natureza – água, fogo, terra, madeira e metal – e o corpo humano. A partir disso, os órgãos são classificados de acordo com cada um desses cinco elementos.

Vejamos os exemplos de classificação dos principais órgãos e seus elementos associados:

  • rins = água
  • coração = fogo
  • fígado = madeira
  • pulmões = metal
  • baço/pâncreas = terra

Bem, a medicina tradicional chinesa também segue o princípio de que cada emoção está associada a um determinado órgão e, consequentemente, a um dos elementos. As emoções que mais se destacam são: alegria (coração), tristeza (pulmão), raiva (fígado), preocupação (baço-pâncreas) e medo (rins).

A importância de observar as emoções

Para que possamos relacionar os transtornos mentais, é preciso observar que tipo de emoção eles despertam. A depressão, por exemplo. De acordo com a teoria dos cinco movimentos, uma pessoa que apresenta humor deprimido, tristeza e melancolia profunda, também apresentará um desequilíbrio energético do pulmão.

Já o indivíduo constantemente irritado, que demonstra mudanças bruscas de humor, pode apontar um desequilíbrio da energia do fígado.

Portanto, a acupuntura segue esses mesmos princípios, e sua técnica consiste em seguir a orientação dos pontos de fluxo energético (canais meridianos) conforme os órgãos e seus elementos. 

Nos tratamentos de saúde mental a aplicação será orientada conforme os órgãos que se relacionem com as emoções em desequilíbrio.

Como é aplicada a técnica de acupuntura?

A técnica consiste na aplicação de agulhas com espessuras e comprimentos variados, que são colocadas em áreas específicas de acordo com o que está sendo tratado. Os pontos de acupuntura são as vias meridianas, que quando bloqueadas impedem a passagem do fluxo de energia vital.

Combinação de terapias

Os benefícios da acupuntura na saúde mental já são comprovados, e se valer dessa técnica milenar pode significar um grande progresso nos tratamentos de ansiedade, depressão, stress pós traumático e até mesmo fobias.

Mesmo que a acupuntura seja uma alternativa à medicina convencional e aos medicamentos alopáticos, ter uma orientação médica em casos de doenças em graus mais severos é sempre o recomendado.

Dr. Paulo Borges – Especialista em Medicina Tradicional Chinesa e Terapia da Dor.

Marcações de Consultas: 966862376

CLÍNICAS EM : VISEU, FIGUEIRA DA FOZ, CARREGAL DO SAL, SANTA COMBA DÃO, NELAS, CARAPINHEIRA (MONTEMOR-O-VELHO), CINFÃES, GUARDA, LAGARES DA BEIRA E SILGUEIROS-(VISEU).

Acupuntura-poderosa técnica para o seu bem-estar emocional no Carregal do Sal

Acupuntura para seu bem-estar emocional

Acupuntura é uma técnica milenar que integra a medicina tradicional chinesa. Os benefícios desse tratamento têm sido cada vez mais reconhecidos através da OMS. Sua aplicação vem sendo utilizada para cuidar de diversas áreas da saúde humana, incluindo a saúde mental. 

Depressão, transtornos de ansiedade e até dependência química encontram na prática da acupuntura uma via alternativa para o cuidado terapêutico da mente e aumento do bem-estar emocional.

Diversos estudos têm mostrado que a acupuntura é uma terapia valiosa e poderosa. Ela age como auxiliar dos tratamentos convencionais como antidepressivos e psicoterapia, aliviando significativamente o sofrimento de quem convive diáriamente com distúrbios e transtornos de saúde mental.

A acupuntura tem como principal objetivo recuperar o equilíbrio dos chamados canais energéticos os chamados meridianos. Os médicos chineses consideram que nosso corpo possui uma energia vital, a quem eles denominam Qi

A prática clínica baseia-se na ideia de que nossos maiores problemas relacionados à saúde física e mental são causados ​​pelo desequilíbrio dessa energia (QI). Mas quando corpo e mente encontram-se em perfeito funcionamento, o Qi flui através dos canais energéticos denominados por meridianos, que estão localizados em diversos pontos do nosso corpo.

Ás vezes o Qi fica congestionado em diferentes vias meridianas, levando a doenças ou distúrbios emocionais.

Esse congestionamento dos canais meridianos e consequente bloqueio do Qi podem ter uma variedade de causas, entre elas a má alimentação, stress e traumas físicos, herança genética, entre outros.

Acupuntura e o bem-estar emocional

A acupuntura, serve para desbloquear esse fluxo de energia e tratar a verdadeira fonte do problema, seja ele puramente físico ou de ordem emocional.

Teoria dos 5 movimentos e a relação entre corpo físico e mente

Para a medicina chinesa as doenças e transtornos psicológicos têm uma relação direta com o mau funcionamento do organismo. Desse modo, como princípio básico para equilibrar corpo e mente, a acupuntura relaciona os órgãos do corpo aos estados emocionais para a aplicação da técnica de agulhamento.

Tudo parte do princípio da Teoria dos 5 Movimentos, segundo a filosofia chinesa. Essa teoria é aplicada na medicina tradicional, da qual a acupuntura faz parte, e traça um paralelo entre os elementos da natureza – água, fogo, terra, madeira e metal – e o corpo humano. A partir disso, os órgãos são classificados de acordo com cada um desses cinco elementos.

Vejamos os exemplos de classificação dos principais órgãos e seus elementos associados:

  • rins = água
  • coração = fogo
  • fígado = madeira
  • pulmões = metal
  • baço/pâncreas = terra

Bem, a medicina tradicional chinesa também segue o princípio de que cada emoção está associada a um determinado órgão e, consequentemente, a um dos elementos. As emoções que mais se destacam são: alegria (coração), tristeza (pulmão), raiva (fígado), preocupação (baço-pâncreas) e medo (rins).

A importância de observar as emoções

Para que possamos relacionar os transtornos mentais, é preciso observar que tipo de emoção eles despertam. A depressão, por exemplo. De acordo com a teoria dos cinco movimentos, uma pessoa que apresenta humor deprimido, tristeza e melancolia profunda, também apresentará um desequilíbrio energético do pulmão.

Já o indivíduo constantemente irritado, que demonstra mudanças bruscas de humor, pode apontar um desequilíbrio da energia do fígado.

Portanto, a acupuntura segue esses mesmos princípios, e sua técnica consiste em seguir a orientação dos pontos de fluxo energético (canais meridianos) conforme os órgãos e seus elementos. 

Nos tratamentos de saúde mental a aplicação será orientada conforme os órgãos que se relacionem com as emoções em desequilíbrio.

Como é aplicada a técnica de acupuntura?

A técnica consiste na aplicação de agulhas com espessuras e comprimentos variados, que são colocadas em áreas específicas de acordo com o que está sendo tratado. Os pontos de acupuntura são as vias meridianas, que quando bloqueadas impedem a passagem do fluxo de energia vital.

Combinação de terapias

Os benefícios da acupuntura na saúde mental já são comprovados, e se valer dessa técnica milenar pode significar um grande progresso nos tratamentos de ansiedade, depressão, stress pós traumático e até mesmo fobias.

Mesmo que a acupuntura seja uma alternativa à medicina convencional e aos medicamentos alopáticos, ter uma orientação médica em casos de doenças em graus mais severos é sempre o recomendado.

Dr. Paulo Borges – Especialista em Medicina Tradicional Chinesa e Terapia da Dor.

Marcações de Consultas: 966862376

CLÍNICAS EM : VISEU, FIGUEIRA DA FOZ, CARREGAL DO SAL, SANTA COMBA DÃO, NELAS, CARAPINHEIRA (MONTEMOR-O-VELHO), CINFÃES, GUARDA, LAGARES DA BEIRA E SILGUEIROS-(VISEU).

Acupuntura-poderosa técnica para o seu bem-estar emocional em Santa Comba Dão

Acupuntura para seu bem-estar emocional

Acupuntura é uma técnica milenar que integra a medicina tradicional chinesa. Os benefícios desse tratamento têm sido cada vez mais reconhecidos através da OMS. Sua aplicação vem sendo utilizada para cuidar de diversas áreas da saúde humana, incluindo a saúde mental. 

Depressão, transtornos de ansiedade e até dependência química encontram na prática da acupuntura uma via alternativa para o cuidado terapêutico da mente e aumento do bem-estar emocional.

Diversos estudos têm mostrado que a acupuntura é uma terapia valiosa e poderosa. Ela age como auxiliar dos tratamentos convencionais como antidepressivos e psicoterapia, aliviando significativamente o sofrimento de quem convive diáriamente com distúrbios e transtornos de saúde mental.

A acupuntura tem como principal objetivo recuperar o equilíbrio dos chamados canais energéticos os chamados meridianos. Os médicos chineses consideram que nosso corpo possui uma energia vital, a quem eles denominam Qi

A prática clínica baseia-se na ideia de que nossos maiores problemas relacionados à saúde física e mental são causados ​​pelo desequilíbrio dessa energia (QI). Mas quando corpo e mente encontram-se em perfeito funcionamento, o Qi flui através dos canais energéticos denominados por meridianos, que estão localizados em diversos pontos do nosso corpo.

Ás vezes o Qi fica congestionado em diferentes vias meridianas, levando a doenças ou distúrbios emocionais.

Esse congestionamento dos canais meridianos e consequente bloqueio do Qi podem ter uma variedade de causas, entre elas a má alimentação, stress e traumas físicos, herança genética, entre outros.

Acupuntura e o bem-estar emocional

A acupuntura, serve para desbloquear esse fluxo de energia e tratar a verdadeira fonte do problema, seja ele puramente físico ou de ordem emocional.

Teoria dos 5 movimentos e a relação entre corpo físico e mente

Para a medicina chinesa as doenças e transtornos psicológicos têm uma relação direta com o mau funcionamento do organismo. Desse modo, como princípio básico para equilibrar corpo e mente, a acupuntura relaciona os órgãos do corpo aos estados emocionais para a aplicação da técnica de agulhamento.

Tudo parte do princípio da Teoria dos 5 Movimentos, segundo a filosofia chinesa. Essa teoria é aplicada na medicina tradicional, da qual a acupuntura faz parte, e traça um paralelo entre os elementos da natureza – água, fogo, terra, madeira e metal – e o corpo humano. A partir disso, os órgãos são classificados de acordo com cada um desses cinco elementos.

Vejamos os exemplos de classificação dos principais órgãos e seus elementos associados:

  • rins = água
  • coração = fogo
  • fígado = madeira
  • pulmões = metal
  • baço/pâncreas = terra

Bem, a medicina tradicional chinesa também segue o princípio de que cada emoção está associada a um determinado órgão e, consequentemente, a um dos elementos. As emoções que mais se destacam são: alegria (coração), tristeza (pulmão), raiva (fígado), preocupação (baço-pâncreas) e medo (rins).

A importância de observar as emoções

Para que possamos relacionar os transtornos mentais, é preciso observar que tipo de emoção eles despertam. A depressão, por exemplo. De acordo com a teoria dos cinco movimentos, uma pessoa que apresenta humor deprimido, tristeza e melancolia profunda, também apresentará um desequilíbrio energético do pulmão.

Já o indivíduo constantemente irritado, que demonstra mudanças bruscas de humor, pode apontar um desequilíbrio da energia do fígado.

Portanto, a acupuntura segue esses mesmos princípios, e sua técnica consiste em seguir a orientação dos pontos de fluxo energético (canais meridianos) conforme os órgãos e seus elementos. 

Nos tratamentos de saúde mental a aplicação será orientada conforme os órgãos que se relacionem com as emoções em desequilíbrio.

Como é aplicada a técnica de acupuntura?

A técnica consiste na aplicação de agulhas com espessuras e comprimentos variados, que são colocadas em áreas específicas de acordo com o que está sendo tratado. Os pontos de acupuntura são as vias meridianas, que quando bloqueadas impedem a passagem do fluxo de energia vital.

Combinação de terapias

Os benefícios da acupuntura na saúde mental já são comprovados, e se valer dessa técnica milenar pode significar um grande progresso nos tratamentos de ansiedade, depressão, stress pós traumático e até mesmo fobias.

Mesmo que a acupuntura seja uma alternativa à medicina convencional e aos medicamentos alopáticos, ter uma orientação médica em casos de doenças em graus mais severos é sempre o recomendado.

Dr. Paulo Borges – Especialista em Medicina Tradicional Chinesa e Terapia da Dor.

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CLÍNICAS EM : VISEU, FIGUEIRA DA FOZ, CARREGAL DO SAL, SANTA COMBA DÃO, NELAS, CARAPINHEIRA (MONTEMOR-O-VELHO), CINFÃES, GUARDA, LAGARES DA BEIRA E SILGUEIROS-(VISEU).