Consultas de Ozonoterapia Medicinal no Tratamento de Hérnias Discais na Guarda – Dr. Paulo Borges

Ozonoterapia

O que é a Ozonoterapia?

No fundo, a ozonoterapia consiste na introdução de ozono no corpo recorrendo a diversos métodos. É possível a mistura com outros gases ou líquidos antes da injeção e a sua via de administração inclui a administração endovenosa, intramuscular, subcutânea, vaginal e rectal.

Também é possível utilizar a ozonoterapia associada à auto-hemoterapia. O sangue é retirado, exposto ao ozono e reintroduzido novamente no doente.

O ozono começou a ser utilizado em 1856 para desinfectar salas de operação e esterilizar instrumentos cirúrgicos. No final do século XIX, começou a ser utilizado para desinfetar a água para consumo, tendo sido um tratamento amplamente usado e que continua a sê-lo nos dias de hoje. Em 1892, o The Lancet publicou um artigo descrevendo a administração de ozono como tratamento para a tuberculose. A descrição do tratamento é interessante, principalmente o grupo onde o tratamento era mais eficaz:

“Onde se mostrou mais bem-sucedido foi nas pessoas com menos de trinta e cinco anos de idade com hemoptise catarral ou onde a doença não passou muito para o segundo estágio, não estaria muito ativa e estava limitada a um único lobo pulmonar, ou, se em ambos os pulmões, estaria confinado a áreas comparativamente pequenas. Em todos os casos em que essas condições existiam, a melhoria era imediata e progressiva “.

Lendo esta descrição, podemos concluir que os doentes que à partida seriam os mais saudáveis e com doença mais leve foram os doentes que melhoraram…milagre!

Durante a primeira guerra mundial (1914-18) os médicos utilizaram o ozono devido às suas propriedades antibacterianas. Nos finais dos anos 80, começaram a surgir relatos de doentes com HIV que estavam a ser “curados” como a ozonoterapia aplicada à auto-hemoterapia. As autoridades canadianas autorizaram a realização de estudos para testar a segurança e eficácia do ozono nesta condição. E, de facto, nos testes laboratoriais a ozonoterapia mostrou resultados promissores.  Era eficaz na desinfecção do sangue extra-corporal que estava infetado com HIV. No entanto, nos estudos clínicos, a ozonoterapia era ineficaz.

Isto é importante porquê? Porque existem dezenas, senão centenas de tratamentos que são promissores a nível laboratorial e não são eficazes em estudos clínicos. Ou seja, mostram grande potencial num tubo de ensaio, mas não a tratar doentes. Deste tipo de resultados laboratoriais temos assistido ao surgimento de vários tratamentos que se “vendem” como eficazes, mas que na realidade não o são.

Como é que funciona?

O ozono é dos elementos naturais com maior poder oxidativo, levando ao surgimento de radicais livres após a sua decomposição. Este radicais livres podem destruir substâncias biológicas, desde bactérias, vírus até às membranas celulares das células do nosso organismo.

Pensa-se que poderá ser este poder oxidativo que contribui para o surgimento de um efeito hormético. Um efeito hormético, de uma forma simples, significa que um determinado produto tem efeitos opostos em doses altas e em doses baixas. Pensa-se que em baixa dose, as agressões provocadas pelo ozono poderão preparar o corpo para quando surgirem agressões mais importantes, melhorando a sua resistência.

As vantagens atribuídas ao exercício físico e à restrição calórica poderão, em teoria, ser obtidas graças a este efeito.

Como falamos no artigo sobre antioxidantes, pensa-se que estes poderão ser prejudiciais por impedir os benefícios que advêm da exposição a baixas doses de radicais livres. No entanto, não deixa de ser engraçado termos um mercado direccionado para os antioxidantes e outro mercado completamente oposto, onde se promove o stress oxidativo para ganhos em saúde…

Para além disso, existem outros possíveis mecanismos através dos quais a ozonoterapia poderá ser benéfica:

Melhora a circulação, melhora o metabolismo, induz uma ativação ligeira do sistema imune e libertação de fatores de crescimento, dá uma sensação de bem estar aos utilizadores devido à ativação dos sistemas neuroendócrinos e ativa sistemas neuroprotetores. Portanto, será um ótimo tratamento…vamos ver para o quê.

Que doenças supostamente trata?

Segundo uma das clínicas que promovem este tratamento, a ozonoterapia é a melhor coisinha que aconteceu à medicina nos últimos tempos:

Quando citamos um prémio Nobel estamos a apelar à falácia da autoridade, principalmente quando não existe nenhum registo em que Enrico Fermi usou tais palavras, muito menos para descrever o ozono como tratamento válido para doenças no ser humano (pelo menos, não encontrei).

Segundo a sociedade portuguesa de ozonoterapia, não haverá doença que esta terapia não trate:

Aparelho Locomotor:
  • Artrose (Anca, Joelho, Coluna Vertebral , etc. )
  •  Artrite Reumatóide e outras doenças auto-imunes
  •  Bursites e tendinites
  •  Fibromialgia Reumática
  •  Hérnia discal e conflitos discorradiculares
  •  Estenoses do canal
  •  Síndrome do túnel cárpico e outras neuropatias periféricas
  •  Tratamento local de processos sépticos (osteomielites)
Aparelho Cardiovascular:
  •  Varizes e úlceras varicosas
  •  Pé diabético
  •  Tromboflebites
  •  Escaras
  •  Arterioderosis
  •  Claudicação Intermitente
  •  Insuficiência Venosa e Linfedema
  •  Ruptura de capilares
  • Cardiopatia isquémica
Aparelho Digestivo:
  •  Hepatites víricas (B e C)
  •  Colite ulcerosa
  •  Doença de Crohn
  •  Fístulas perineais
  •  Hemorróidas
  •  Proctites
  •  Ulceras gástricas
Medicina Estética e Dermatologia:
  • Celulite
  • Acne
  • Eczemas
  • Herpes Simplex e Zoster
  • Micoses
  • Queimaduras
  • Cicatrizes
  • Viríase cutânea
  • Psoríase
  • Mucosites
Neurologia:
  • Cefaleia Vascular
  • Depressão
  • Dor de cabeça
  • Doença de Parkinson
  • Demência Senil
  • Arteriosclerose cerebral
  • Alzheimer
Ginecologia:
  • Vulvovaginites de repetição
  • Infecções génito-urinárias por vírus , fungos e bactérias
  •  Processos inflamatórios e abcessos da mama
  •  Complicações sépticas obstétricas e puerpérias
Oftalmologia:
  •  Glaucoma de ângulo aberto
  •  Neuropatia óptica
  •  Retinosis pigmentária
  •  Degeneração macular senil
Geriatria:
  •  Cansaço e fadiga crónica
  •  Perca de memória
Otorrinolaringologia:
  • Amigdalite crónica
  •  Faringite infecciosa
  •  Síndrome vestíbulococlear periférico

DR.PAULO BORGES – MÉDICO DE MEDICINA CHINESA; PÓS-GRADUADO EM OZONOTERAPIA MEDICINAL;

MARCAÇÃO DE CONSULTAS ATRAVÉS DO TELM: 966 862 376

Consultas Ozonoterapia Medicinal no Tratamento de Hérnias Discais em Viseu – Dr. Paulo Borges

Ozonoterapia

O que é a Ozonoterapia?

No fundo, a ozonoterapia consiste na introdução de ozono no corpo recorrendo a diversos métodos. É possível a mistura com outros gases ou líquidos antes da injeção e a sua via de administração inclui a administração endovenosa, intramuscular, subcutânea, vaginal e rectal.

Também é possível utilizar a ozonoterapia associada à auto-hemoterapia. O sangue é retirado, exposto ao ozono e reintroduzido novamente no doente.

O ozono começou a ser utilizado em 1856 para desinfectar salas de operação e esterilizar instrumentos cirúrgicos. No final do século XIX, começou a ser utilizado para desinfetar a água para consumo, tendo sido um tratamento amplamente usado e que continua a sê-lo nos dias de hoje. Em 1892, o The Lancet publicou um artigo descrevendo a administração de ozono como tratamento para a tuberculose. A descrição do tratamento é interessante, principalmente o grupo onde o tratamento era mais eficaz:

“Onde se mostrou mais bem-sucedido foi nas pessoas com menos de trinta e cinco anos de idade com hemoptise catarral ou onde a doença não passou muito para o segundo estágio, não estaria muito ativa e estava limitada a um único lobo pulmonar, ou, se em ambos os pulmões, estaria confinado a áreas comparativamente pequenas. Em todos os casos em que essas condições existiam, a melhoria era imediata e progressiva “.

Lendo esta descrição, podemos concluir que os doentes que à partida seriam os mais saudáveis e com doença mais leve foram os doentes que melhoraram…milagre!

Durante a primeira guerra mundial (1914-18) os médicos utilizaram o ozono devido às suas propriedades antibacterianas. Nos finais dos anos 80, começaram a surgir relatos de doentes com HIV que estavam a ser “curados” como a ozonoterapia aplicada à auto-hemoterapia. As autoridades canadianas autorizaram a realização de estudos para testar a segurança e eficácia do ozono nesta condição. E, de facto, nos testes laboratoriais a ozonoterapia mostrou resultados promissores.  Era eficaz na desinfecção do sangue extra-corporal que estava infetado com HIV. No entanto, nos estudos clínicos, a ozonoterapia era ineficaz.

Isto é importante porquê? Porque existem dezenas, senão centenas de tratamentos que são promissores a nível laboratorial e não são eficazes em estudos clínicos. Ou seja, mostram grande potencial num tubo de ensaio, mas não a tratar doentes. Deste tipo de resultados laboratoriais temos assistido ao surgimento de vários tratamentos que se “vendem” como eficazes, mas que na realidade não o são.

Como é que funciona?

O ozono é dos elementos naturais com maior poder oxidativo, levando ao surgimento de radicais livres após a sua decomposição. Este radicais livres podem destruir substâncias biológicas, desde bactérias, vírus até às membranas celulares das células do nosso organismo.

Pensa-se que poderá ser este poder oxidativo que contribui para o surgimento de um efeito hormético. Um efeito hormético, de uma forma simples, significa que um determinado produto tem efeitos opostos em doses altas e em doses baixas. Pensa-se que em baixa dose, as agressões provocadas pelo ozono poderão preparar o corpo para quando surgirem agressões mais importantes, melhorando a sua resistência.

As vantagens atribuídas ao exercício físico e à restrição calórica poderão, em teoria, ser obtidas graças a este efeito.

Como falamos no artigo sobre antioxidantes, pensa-se que estes poderão ser prejudiciais por impedir os benefícios que advêm da exposição a baixas doses de radicais livres. No entanto, não deixa de ser engraçado termos um mercado direccionado para os antioxidantes e outro mercado completamente oposto, onde se promove o stress oxidativo para ganhos em saúde…

Para além disso, existem outros possíveis mecanismos através dos quais a ozonoterapia poderá ser benéfica:

Melhora a circulação, melhora o metabolismo, induz uma ativação ligeira do sistema imune e libertação de fatores de crescimento, dá uma sensação de bem estar aos utilizadores devido à ativação dos sistemas neuroendócrinos e ativa sistemas neuroprotetores. Portanto, será um ótimo tratamento…vamos ver para o quê.

Que doenças supostamente trata?

Segundo uma das clínicas que promovem este tratamento, a ozonoterapia é a melhor coisinha que aconteceu à medicina nos últimos tempos:

Quando citamos um prémio Nobel estamos a apelar à falácia da autoridade, principalmente quando não existe nenhum registo em que Enrico Fermi usou tais palavras, muito menos para descrever o ozono como tratamento válido para doenças no ser humano (pelo menos, não encontrei).

Segundo a sociedade portuguesa de ozonoterapia, não haverá doença que esta terapia não trate:

Aparelho Locomotor:
  • Artrose (Anca, Joelho, Coluna Vertebral , etc. )
  •  Artrite Reumatóide e outras doenças auto-imunes
  •  Bursites e tendinites
  •  Fibromialgia Reumática
  •  Hérnia discal e conflitos discorradiculares
  •  Estenoses do canal
  •  Síndrome do túnel cárpico e outras neuropatias periféricas
  •  Tratamento local de processos sépticos (osteomielites)
Aparelho Cardiovascular:
  •  Varizes e úlceras varicosas
  •  Pé diabético
  •  Tromboflebites
  •  Escaras
  •  Arterioderosis
  •  Claudicação Intermitente
  •  Insuficiência Venosa e Linfedema
  •  Ruptura de capilares
  • Cardiopatia isquémica
Aparelho Digestivo:
  •  Hepatites víricas (B e C)
  •  Colite ulcerosa
  •  Doença de Crohn
  •  Fístulas perineais
  •  Hemorróidas
  •  Proctites
  •  Ulceras gástricas
Medicina Estética e Dermatologia:
  • Celulite
  • Acne
  • Eczemas
  • Herpes Simplex e Zoster
  • Micoses
  • Queimaduras
  • Cicatrizes
  • Viríase cutânea
  • Psoríase
  • Mucosites
Neurologia:
  • Cefaleia Vascular
  • Depressão
  • Dor de cabeça
  • Doença de Parkinson
  • Demência Senil
  • Arteriosclerose cerebral
  • Alzheimer
Ginecologia:
  • Vulvovaginites de repetição
  • Infecções génito-urinárias por vírus , fungos e bactérias
  •  Processos inflamatórios e abcessos da mama
  •  Complicações sépticas obstétricas e puerpérias
Oftalmologia:
  •  Glaucoma de ângulo aberto
  •  Neuropatia óptica
  •  Retinosis pigmentária
  •  Degeneração macular senil
Geriatria:
  •  Cansaço e fadiga crónica
  •  Perca de memória
Otorrinolaringologia:
  • Amigdalite crónica
  •  Faringite infecciosa
  •  Síndrome vestíbulococlear periférico

DR.PAULO BORGES – MÉDICO DE MEDICINA CHINESA; PÓS-GRADUADO EM OZONOTERAPIA MEDICINAL;

MARCAÇÃO DE CONSULTAS ATRAVÉS DO TELM: 966 862 376

Consultas de Ozonoterapia na Figueira da Foz – Dr. Paulo Borges

Ozonoterapia

O que é a Ozonoterapia?

No fundo, a ozonoterapia consiste na introdução de ozono no corpo recorrendo a diversos métodos. É possível a mistura com outros gases ou líquidos antes da injeção e a sua via de administração inclui a administração endovenosa, intramuscular, subcutânea, vaginal e rectal.

Também é possível utilizar a ozonoterapia associada à auto-hemoterapia. O sangue é retirado, exposto ao ozono e reintroduzido novamente no doente.

O ozono começou a ser utilizado em 1856 para desinfectar salas de operação e esterilizar instrumentos cirúrgicos. No final do século XIX, começou a ser utilizado para desinfetar a água para consumo, tendo sido um tratamento amplamente usado e que continua a sê-lo nos dias de hoje. Em 1892, o The Lancet publicou um artigo descrevendo a administração de ozono como tratamento para a tuberculose. A descrição do tratamento é interessante, principalmente o grupo onde o tratamento era mais eficaz:

“Onde se mostrou mais bem-sucedido foi nas pessoas com menos de trinta e cinco anos de idade com hemoptise catarral ou onde a doença não passou muito para o segundo estágio, não estaria muito ativa e estava limitada a um único lobo pulmonar, ou, se em ambos os pulmões, estaria confinado a áreas comparativamente pequenas. Em todos os casos em que essas condições existiam, a melhoria era imediata e progressiva “.

Lendo esta descrição, podemos concluir que os doentes que à partida seriam os mais saudáveis e com doença mais leve foram os doentes que melhoraram…milagre!

Durante a primeira guerra mundial (1914-18) os médicos utilizaram o ozono devido às suas propriedades antibacterianas. Nos finais dos anos 80, começaram a surgir relatos de doentes com HIV que estavam a ser “curados” como a ozonoterapia aplicada à auto-hemoterapia. As autoridades canadianas autorizaram a realização de estudos para testar a segurança e eficácia do ozono nesta condição. E, de facto, nos testes laboratoriais a ozonoterapia mostrou resultados promissores.  Era eficaz na desinfecção do sangue extra-corporal que estava infetado com HIV. No entanto, nos estudos clínicos, a ozonoterapia era ineficaz.

Isto é importante porquê? Porque existem dezenas, senão centenas de tratamentos que são promissores a nível laboratorial e não são eficazes em estudos clínicos. Ou seja, mostram grande potencial num tubo de ensaio, mas não a tratar doentes. Deste tipo de resultados laboratoriais temos assistido ao surgimento de vários tratamentos que se “vendem” como eficazes, mas que na realidade não o são.

Como é que funciona?

O ozono é dos elementos naturais com maior poder oxidativo, levando ao surgimento de radicais livres após a sua decomposição. Este radicais livres podem destruir substâncias biológicas, desde bactérias, vírus até às membranas celulares das células do nosso organismo.

Pensa-se que poderá ser este poder oxidativo que contribui para o surgimento de um efeito hormético. Um efeito hormético, de uma forma simples, significa que um determinado produto tem efeitos opostos em doses altas e em doses baixas. Pensa-se que em baixa dose, as agressões provocadas pelo ozono poderão preparar o corpo para quando surgirem agressões mais importantes, melhorando a sua resistência.

As vantagens atribuídas ao exercício físico e à restrição calórica poderão, em teoria, ser obtidas graças a este efeito.

Como falamos no artigo sobre antioxidantes, pensa-se que estes poderão ser prejudiciais por impedir os benefícios que advêm da exposição a baixas doses de radicais livres. No entanto, não deixa de ser engraçado termos um mercado direccionado para os antioxidantes e outro mercado completamente oposto, onde se promove o stress oxidativo para ganhos em saúde…

Para além disso, existem outros possíveis mecanismos através dos quais a ozonoterapia poderá ser benéfica:

Melhora a circulação, melhora o metabolismo, induz uma ativação ligeira do sistema imune e libertação de fatores de crescimento, dá uma sensação de bem estar aos utilizadores devido à ativação dos sistemas neuroendócrinos e ativa sistemas neuroprotetores. Portanto, será um ótimo tratamento…vamos ver para o quê.

Que doenças supostamente trata?

Segundo uma das clínicas que promovem este tratamento, a ozonoterapia é a melhor coisinha que aconteceu à medicina nos últimos tempos:

Quando citamos um prémio Nobel estamos a apelar à falácia da autoridade, principalmente quando não existe nenhum registo em que Enrico Fermi usou tais palavras, muito menos para descrever o ozono como tratamento válido para doenças no ser humano (pelo menos, não encontrei).

Segundo a sociedade portuguesa de ozonoterapia, não haverá doença que esta terapia não trate:

Aparelho Locomotor:
  • Artrose (Anca, Joelho, Coluna Vertebral , etc. )
  •  Artrite Reumatóide e outras doenças auto-imunes
  •  Bursites e tendinites
  •  Fibromialgia Reumática
  •  Hérnia discal e conflitos discorradiculares
  •  Estenoses do canal
  •  Síndrome do túnel cárpico e outras neuropatias periféricas
  •  Tratamento local de processos sépticos (osteomielites)
Aparelho Cardiovascular:
  •  Varizes e úlceras varicosas
  •  Pé diabético
  •  Tromboflebites
  •  Escaras
  •  Arterioderosis
  •  Claudicação Intermitente
  •  Insuficiência Venosa e Linfedema
  •  Ruptura de capilares
  • Cardiopatia isquémica
Aparelho Digestivo:
  •  Hepatites víricas (B e C)
  •  Colite ulcerosa
  •  Doença de Crohn
  •  Fístulas perineais
  •  Hemorróidas
  •  Proctites
  •  Ulceras gástricas
Medicina Estética e Dermatologia:
  • Celulite
  • Acne
  • Eczemas
  • Herpes Simplex e Zoster
  • Micoses
  • Queimaduras
  • Cicatrizes
  • Viríase cutânea
  • Psoríase
  • Mucosites
Neurologia:
  • Cefaleia Vascular
  • Depressão
  • Dor de cabeça
  • Doença de Parkinson
  • Demência Senil
  • Arteriosclerose cerebral
  • Alzheimer
Ginecologia:
  • Vulvovaginites de repetição
  • Infecções génito-urinárias por vírus , fungos e bactérias
  •  Processos inflamatórios e abcessos da mama
  •  Complicações sépticas obstétricas e puerpérias
Oftalmologia:
  •  Glaucoma de ângulo aberto
  •  Neuropatia óptica
  •  Retinosis pigmentária
  •  Degeneração macular senil
Geriatria:
  •  Cansaço e fadiga crónica
  •  Perca de memória
Otorrinolaringologia:
  • Amigdalite crónica
  •  Faringite infecciosa
  •  Síndrome vestíbulococlear periférico

DR.PAULO BORGES – MÉDICO DE MEDICINA CHINESA; PÓS-GRADUADO EM OZONOTERAPIA MEDICINAL;

MARCAÇÃO DE CONSULTAS ATRAVÉS DO TELM: 966 862 376

Consultas de Ozonoterapia na Guarda – Dr. Paulo Borges

Ozonoterapia

O que é a Ozonoterapia?

No fundo, a ozonoterapia consiste na introdução de ozono no corpo recorrendo a diversos métodos. É possível a mistura com outros gases ou líquidos antes da injeção e a sua via de administração inclui a administração endovenosa, intramuscular, subcutânea, vaginal e rectal.

Também é possível utilizar a ozonoterapia associada à auto-hemoterapia. O sangue é retirado, exposto ao ozono e reintroduzido novamente no doente.

O ozono começou a ser utilizado em 1856 para desinfectar salas de operação e esterilizar instrumentos cirúrgicos. No final do século XIX, começou a ser utilizado para desinfetar a água para consumo, tendo sido um tratamento amplamente usado e que continua a sê-lo nos dias de hoje. Em 1892, o The Lancet publicou um artigo descrevendo a administração de ozono como tratamento para a tuberculose. A descrição do tratamento é interessante, principalmente o grupo onde o tratamento era mais eficaz:

“Onde se mostrou mais bem-sucedido foi nas pessoas com menos de trinta e cinco anos de idade com hemoptise catarral ou onde a doença não passou muito para o segundo estágio, não estaria muito ativa e estava limitada a um único lobo pulmonar, ou, se em ambos os pulmões, estaria confinado a áreas comparativamente pequenas. Em todos os casos em que essas condições existiam, a melhoria era imediata e progressiva “.

Lendo esta descrição, podemos concluir que os doentes que à partida seriam os mais saudáveis e com doença mais leve foram os doentes que melhoraram…milagre!

Durante a primeira guerra mundial (1914-18) os médicos utilizaram o ozono devido às suas propriedades antibacterianas. Nos finais dos anos 80, começaram a surgir relatos de doentes com HIV que estavam a ser “curados” como a ozonoterapia aplicada à auto-hemoterapia. As autoridades canadianas autorizaram a realização de estudos para testar a segurança e eficácia do ozono nesta condição. E, de facto, nos testes laboratoriais a ozonoterapia mostrou resultados promissores.  Era eficaz na desinfecção do sangue extra-corporal que estava infetado com HIV. No entanto, nos estudos clínicos, a ozonoterapia era ineficaz.

Isto é importante porquê? Porque existem dezenas, senão centenas de tratamentos que são promissores a nível laboratorial e não são eficazes em estudos clínicos. Ou seja, mostram grande potencial num tubo de ensaio, mas não a tratar doentes. Deste tipo de resultados laboratoriais temos assistido ao surgimento de vários tratamentos que se “vendem” como eficazes, mas que na realidade não o são.

Como é que funciona?

O ozono é dos elementos naturais com maior poder oxidativo, levando ao surgimento de radicais livres após a sua decomposição. Este radicais livres podem destruir substâncias biológicas, desde bactérias, vírus até às membranas celulares das células do nosso organismo.

Pensa-se que poderá ser este poder oxidativo que contribui para o surgimento de um efeito hormético. Um efeito hormético, de uma forma simples, significa que um determinado produto tem efeitos opostos em doses altas e em doses baixas. Pensa-se que em baixa dose, as agressões provocadas pelo ozono poderão preparar o corpo para quando surgirem agressões mais importantes, melhorando a sua resistência.

As vantagens atribuídas ao exercício físico e à restrição calórica poderão, em teoria, ser obtidas graças a este efeito.

Como falamos no artigo sobre antioxidantes, pensa-se que estes poderão ser prejudiciais por impedir os benefícios que advêm da exposição a baixas doses de radicais livres. No entanto, não deixa de ser engraçado termos um mercado direccionado para os antioxidantes e outro mercado completamente oposto, onde se promove o stress oxidativo para ganhos em saúde…

Para além disso, existem outros possíveis mecanismos através dos quais a ozonoterapia poderá ser benéfica:

Melhora a circulação, melhora o metabolismo, induz uma ativação ligeira do sistema imune e libertação de fatores de crescimento, dá uma sensação de bem estar aos utilizadores devido à ativação dos sistemas neuroendócrinos e ativa sistemas neuroprotetores. Portanto, será um ótimo tratamento…vamos ver para o quê.

Que doenças supostamente trata?

Segundo uma das clínicas que promovem este tratamento, a ozonoterapia é a melhor coisinha que aconteceu à medicina nos últimos tempos:

Quando citamos um prémio Nobel estamos a apelar à falácia da autoridade, principalmente quando não existe nenhum registo em que Enrico Fermi usou tais palavras, muito menos para descrever o ozono como tratamento válido para doenças no ser humano (pelo menos, não encontrei).

Segundo a sociedade portuguesa de ozonoterapia, não haverá doença que esta terapia não trate:

Aparelho Locomotor:
  • Artrose (Anca, Joelho, Coluna Vertebral , etc. )
  •  Artrite Reumatóide e outras doenças auto-imunes
  •  Bursites e tendinites
  •  Fibromialgia Reumática
  •  Hérnia discal e conflitos discorradiculares
  •  Estenoses do canal
  •  Síndrome do túnel cárpico e outras neuropatias periféricas
  •  Tratamento local de processos sépticos (osteomielites)
Aparelho Cardiovascular:
  •  Varizes e úlceras varicosas
  •  Pé diabético
  •  Tromboflebites
  •  Escaras
  •  Arterioderosis
  •  Claudicação Intermitente
  •  Insuficiência Venosa e Linfedema
  •  Ruptura de capilares
  • Cardiopatia isquémica
Aparelho Digestivo:
  •  Hepatites víricas (B e C)
  •  Colite ulcerosa
  •  Doença de Crohn
  •  Fístulas perineais
  •  Hemorróidas
  •  Proctites
  •  Ulceras gástricas
Medicina Estética e Dermatologia:
  • Celulite
  • Acne
  • Eczemas
  • Herpes Simplex e Zoster
  • Micoses
  • Queimaduras
  • Cicatrizes
  • Viríase cutânea
  • Psoríase
  • Mucosites
Neurologia:
  • Cefaleia Vascular
  • Depressão
  • Dor de cabeça
  • Doença de Parkinson
  • Demência Senil
  • Arteriosclerose cerebral
  • Alzheimer
Ginecologia:
  • Vulvovaginites de repetição
  • Infecções génito-urinárias por vírus , fungos e bactérias
  •  Processos inflamatórios e abcessos da mama
  •  Complicações sépticas obstétricas e puerpérias
Oftalmologia:
  •  Glaucoma de ângulo aberto
  •  Neuropatia óptica
  •  Retinosis pigmentária
  •  Degeneração macular senil
Geriatria:
  •  Cansaço e fadiga crónica
  •  Perca de memória
Otorrinolaringologia:
  • Amigdalite crónica
  •  Faringite infecciosa
  •  Síndrome vestíbulococlear periférico

DR.PAULO BORGES – MÉDICO DE MEDICINA CHINESA; PÓS-GRADUADO EM OZONOTERAPIA MEDICINAL;

MARCAÇÃO DE CONSULTAS ATRAVÉS DO TELM: 966 862 376

Tratamento para a Coluna na Figueira da Foz – Ozonoterapia Medicinal – Dr. Paulo Borges

Ozonoterapia

O que é a Ozonoterapia?

No fundo, a ozonoterapia consiste na introdução de ozono no corpo recorrendo a diversos métodos. É possível a mistura com outros gases ou líquidos antes da injeção e a sua via de administração inclui a administração endovenosa, intramuscular, subcutânea, vaginal e rectal.

Também é possível utilizar a ozonoterapia associada à auto-hemoterapia. O sangue é retirado, exposto ao ozono e reintroduzido novamente no doente.

O ozono começou a ser utilizado em 1856 para desinfectar salas de operação e esterilizar instrumentos cirúrgicos. No final do século XIX, começou a ser utilizado para desinfetar a água para consumo, tendo sido um tratamento amplamente usado e que continua a sê-lo nos dias de hoje. Em 1892, o The Lancet publicou um artigo descrevendo a administração de ozono como tratamento para a tuberculose. A descrição do tratamento é interessante, principalmente o grupo onde o tratamento era mais eficaz:

“Onde se mostrou mais bem-sucedido foi nas pessoas com menos de trinta e cinco anos de idade com hemoptise catarral ou onde a doença não passou muito para o segundo estágio, não estaria muito ativa e estava limitada a um único lobo pulmonar, ou, se em ambos os pulmões, estaria confinado a áreas comparativamente pequenas. Em todos os casos em que essas condições existiam, a melhoria era imediata e progressiva “.

Lendo esta descrição, podemos concluir que os doentes que à partida seriam os mais saudáveis e com doença mais leve foram os doentes que melhoraram…milagre!

Durante a primeira guerra mundial (1914-18) os médicos utilizaram o ozono devido às suas propriedades antibacterianas. Nos finais dos anos 80, começaram a surgir relatos de doentes com HIV que estavam a ser “curados” como a ozonoterapia aplicada à auto-hemoterapia. As autoridades canadianas autorizaram a realização de estudos para testar a segurança e eficácia do ozono nesta condição. E, de facto, nos testes laboratoriais a ozonoterapia mostrou resultados promissores.  Era eficaz na desinfecção do sangue extra-corporal que estava infetado com HIV. No entanto, nos estudos clínicos, a ozonoterapia era ineficaz.

Isto é importante porquê? Porque existem dezenas, senão centenas de tratamentos que são promissores a nível laboratorial e não são eficazes em estudos clínicos. Ou seja, mostram grande potencial num tubo de ensaio, mas não a tratar doentes. Deste tipo de resultados laboratoriais temos assistido ao surgimento de vários tratamentos que se “vendem” como eficazes, mas que na realidade não o são.

Como é que funciona?

O ozono é dos elementos naturais com maior poder oxidativo, levando ao surgimento de radicais livres após a sua decomposição. Este radicais livres podem destruir substâncias biológicas, desde bactérias, vírus até às membranas celulares das células do nosso organismo.

Pensa-se que poderá ser este poder oxidativo que contribui para o surgimento de um efeito hormético. Um efeito hormético, de uma forma simples, significa que um determinado produto tem efeitos opostos em doses altas e em doses baixas. Pensa-se que em baixa dose, as agressões provocadas pelo ozono poderão preparar o corpo para quando surgirem agressões mais importantes, melhorando a sua resistência.

As vantagens atribuídas ao exercício físico e à restrição calórica poderão, em teoria, ser obtidas graças a este efeito.

Como falamos no artigo sobre antioxidantes, pensa-se que estes poderão ser prejudiciais por impedir os benefícios que advêm da exposição a baixas doses de radicais livres. No entanto, não deixa de ser engraçado termos um mercado direccionado para os antioxidantes e outro mercado completamente oposto, onde se promove o stress oxidativo para ganhos em saúde…

Para além disso, existem outros possíveis mecanismos através dos quais a ozonoterapia poderá ser benéfica:

Melhora a circulação, melhora o metabolismo, induz uma ativação ligeira do sistema imune e libertação de fatores de crescimento, dá uma sensação de bem estar aos utilizadores devido à ativação dos sistemas neuroendócrinos e ativa sistemas neuroprotetores. Portanto, será um ótimo tratamento…vamos ver para o quê.

Que doenças supostamente trata?

Segundo uma das clínicas que promovem este tratamento, a ozonoterapia é a melhor coisinha que aconteceu à medicina nos últimos tempos:

Quando citamos um prémio Nobel estamos a apelar à falácia da autoridade, principalmente quando não existe nenhum registo em que Enrico Fermi usou tais palavras, muito menos para descrever o ozono como tratamento válido para doenças no ser humano (pelo menos, não encontrei).

Segundo a sociedade portuguesa de ozonoterapia, não haverá doença que esta terapia não trate:

Aparelho Locomotor:
  • Artrose (Anca, Joelho, Coluna Vertebral , etc. )
  •  Artrite Reumatóide e outras doenças auto-imunes
  •  Bursites e tendinites
  •  Fibromialgia Reumática
  •  Hérnia discal e conflitos discorradiculares
  •  Estenoses do canal
  •  Síndrome do túnel cárpico e outras neuropatias periféricas
  •  Tratamento local de processos sépticos (osteomielites)
Aparelho Cardiovascular:
  •  Varizes e úlceras varicosas
  •  Pé diabético
  •  Tromboflebites
  •  Escaras
  •  Arterioderosis
  •  Claudicação Intermitente
  •  Insuficiência Venosa e Linfedema
  •  Ruptura de capilares
  • Cardiopatia isquémica
Aparelho Digestivo:
  •  Hepatites víricas (B e C)
  •  Colite ulcerosa
  •  Doença de Crohn
  •  Fístulas perineais
  •  Hemorróidas
  •  Proctites
  •  Ulceras gástricas
Medicina Estética e Dermatologia:
  • Celulite
  • Acne
  • Eczemas
  • Herpes Simplex e Zoster
  • Micoses
  • Queimaduras
  • Cicatrizes
  • Viríase cutânea
  • Psoríase
  • Mucosites
Neurologia:
  • Cefaleia Vascular
  • Depressão
  • Dor de cabeça
  • Doença de Parkinson
  • Demência Senil
  • Arteriosclerose cerebral
  • Alzheimer
Ginecologia:
  • Vulvovaginites de repetição
  • Infecções génito-urinárias por vírus , fungos e bactérias
  •  Processos inflamatórios e abcessos da mama
  •  Complicações sépticas obstétricas e puerpérias
Oftalmologia:
  •  Glaucoma de ângulo aberto
  •  Neuropatia óptica
  •  Retinosis pigmentária
  •  Degeneração macular senil
Geriatria:
  •  Cansaço e fadiga crónica
  •  Perca de memória
Otorrinolaringologia:
  • Amigdalite crónica
  •  Faringite infecciosa
  •  Síndrome vestíbulococlear periférico

DR.PAULO BORGES – MÉDICO DE MEDICINA CHINESA; PÓS-GRADUADO EM OZONOTERAPIA MEDICINAL;

MARCAÇÃO DE CONSULTAS ATRAVÉS DO TELM: 966 862 376

Tratamentos para a Coluna na Guarda – Ozonoterapia Medicinal – Dr. Paulo Borges

Ozonoterapia

O que é a Ozonoterapia?

No fundo, a ozonoterapia consiste na introdução de ozono no corpo recorrendo a diversos métodos. É possível a mistura com outros gases ou líquidos antes da injeção e a sua via de administração inclui a administração endovenosa, intramuscular, subcutânea, vaginal e rectal.

Também é possível utilizar a ozonoterapia associada à auto-hemoterapia. O sangue é retirado, exposto ao ozono e reintroduzido novamente no doente.

O ozono começou a ser utilizado em 1856 para desinfectar salas de operação e esterilizar instrumentos cirúrgicos. No final do século XIX, começou a ser utilizado para desinfetar a água para consumo, tendo sido um tratamento amplamente usado e que continua a sê-lo nos dias de hoje. Em 1892, o The Lancet publicou um artigo descrevendo a administração de ozono como tratamento para a tuberculose. A descrição do tratamento é interessante, principalmente o grupo onde o tratamento era mais eficaz:

“Onde se mostrou mais bem-sucedido foi nas pessoas com menos de trinta e cinco anos de idade com hemoptise catarral ou onde a doença não passou muito para o segundo estágio, não estaria muito ativa e estava limitada a um único lobo pulmonar, ou, se em ambos os pulmões, estaria confinado a áreas comparativamente pequenas. Em todos os casos em que essas condições existiam, a melhoria era imediata e progressiva “.

Lendo esta descrição, podemos concluir que os doentes que à partida seriam os mais saudáveis e com doença mais leve foram os doentes que melhoraram…milagre!

Durante a primeira guerra mundial (1914-18) os médicos utilizaram o ozono devido às suas propriedades antibacterianas. Nos finais dos anos 80, começaram a surgir relatos de doentes com HIV que estavam a ser “curados” como a ozonoterapia aplicada à auto-hemoterapia. As autoridades canadianas autorizaram a realização de estudos para testar a segurança e eficácia do ozono nesta condição. E, de facto, nos testes laboratoriais a ozonoterapia mostrou resultados promissores.  Era eficaz na desinfecção do sangue extra-corporal que estava infetado com HIV. No entanto, nos estudos clínicos, a ozonoterapia era ineficaz.

Isto é importante porquê? Porque existem dezenas, senão centenas de tratamentos que são promissores a nível laboratorial e não são eficazes em estudos clínicos. Ou seja, mostram grande potencial num tubo de ensaio, mas não a tratar doentes. Deste tipo de resultados laboratoriais temos assistido ao surgimento de vários tratamentos que se “vendem” como eficazes, mas que na realidade não o são.

Como é que funciona?

O ozono é dos elementos naturais com maior poder oxidativo, levando ao surgimento de radicais livres após a sua decomposição. Este radicais livres podem destruir substâncias biológicas, desde bactérias, vírus até às membranas celulares das células do nosso organismo.

Pensa-se que poderá ser este poder oxidativo que contribui para o surgimento de um efeito hormético. Um efeito hormético, de uma forma simples, significa que um determinado produto tem efeitos opostos em doses altas e em doses baixas. Pensa-se que em baixa dose, as agressões provocadas pelo ozono poderão preparar o corpo para quando surgirem agressões mais importantes, melhorando a sua resistência.

As vantagens atribuídas ao exercício físico e à restrição calórica poderão, em teoria, ser obtidas graças a este efeito.

Como falamos no artigo sobre antioxidantes, pensa-se que estes poderão ser prejudiciais por impedir os benefícios que advêm da exposição a baixas doses de radicais livres. No entanto, não deixa de ser engraçado termos um mercado direccionado para os antioxidantes e outro mercado completamente oposto, onde se promove o stress oxidativo para ganhos em saúde…

Para além disso, existem outros possíveis mecanismos através dos quais a ozonoterapia poderá ser benéfica:

Melhora a circulação, melhora o metabolismo, induz uma ativação ligeira do sistema imune e libertação de fatores de crescimento, dá uma sensação de bem estar aos utilizadores devido à ativação dos sistemas neuroendócrinos e ativa sistemas neuroprotetores. Portanto, será um ótimo tratamento…vamos ver para o quê.

Que doenças supostamente trata?

Segundo uma das clínicas que promovem este tratamento, a ozonoterapia é a melhor coisinha que aconteceu à medicina nos últimos tempos:

Quando citamos um prémio Nobel estamos a apelar à falácia da autoridade, principalmente quando não existe nenhum registo em que Enrico Fermi usou tais palavras, muito menos para descrever o ozono como tratamento válido para doenças no ser humano (pelo menos, não encontrei).

Segundo a sociedade portuguesa de ozonoterapia, não haverá doença que esta terapia não trate:

Aparelho Locomotor:
  • Artrose (Anca, Joelho, Coluna Vertebral , etc. )
  •  Artrite Reumatóide e outras doenças auto-imunes
  •  Bursites e tendinites
  •  Fibromialgia Reumática
  •  Hérnia discal e conflitos discorradiculares
  •  Estenoses do canal
  •  Síndrome do túnel cárpico e outras neuropatias periféricas
  •  Tratamento local de processos sépticos (osteomielites)
Aparelho Cardiovascular:
  •  Varizes e úlceras varicosas
  •  Pé diabético
  •  Tromboflebites
  •  Escaras
  •  Arterioderosis
  •  Claudicação Intermitente
  •  Insuficiência Venosa e Linfedema
  •  Ruptura de capilares
  • Cardiopatia isquémica
Aparelho Digestivo:
  •  Hepatites víricas (B e C)
  •  Colite ulcerosa
  •  Doença de Crohn
  •  Fístulas perineais
  •  Hemorróidas
  •  Proctites
  •  Ulceras gástricas
Medicina Estética e Dermatologia:
  • Celulite
  • Acne
  • Eczemas
  • Herpes Simplex e Zoster
  • Micoses
  • Queimaduras
  • Cicatrizes
  • Viríase cutânea
  • Psoríase
  • Mucosites
Neurologia:
  • Cefaleia Vascular
  • Depressão
  • Dor de cabeça
  • Doença de Parkinson
  • Demência Senil
  • Arteriosclerose cerebral
  • Alzheimer
Ginecologia:
  • Vulvovaginites de repetição
  • Infecções génito-urinárias por vírus , fungos e bactérias
  •  Processos inflamatórios e abcessos da mama
  •  Complicações sépticas obstétricas e puerpérias
Oftalmologia:
  •  Glaucoma de ângulo aberto
  •  Neuropatia óptica
  •  Retinosis pigmentária
  •  Degeneração macular senil
Geriatria:
  •  Cansaço e fadiga crónica
  •  Perca de memória
Otorrinolaringologia:
  • Amigdalite crónica
  •  Faringite infecciosa
  •  Síndrome vestíbulococlear periférico

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MARCAÇÃO DE CONSULTAS ATRAVÉS DO TELM: 966 862 376

Tratamentos para a Coluna em Viseu – Ozonoterapia Medicinal – Dr. Paulo Borges

Ozonoterapia

O que é a Ozonoterapia?

No fundo, a ozonoterapia consiste na introdução de ozono no corpo recorrendo a diversos métodos. É possível a mistura com outros gases ou líquidos antes da injeção e a sua via de administração inclui a administração endovenosa, intramuscular, subcutânea, vaginal e rectal.

Também é possível utilizar a ozonoterapia associada à auto-hemoterapia. O sangue é retirado, exposto ao ozono e reintroduzido novamente no doente.

O ozono começou a ser utilizado em 1856 para desinfectar salas de operação e esterilizar instrumentos cirúrgicos. No final do século XIX, começou a ser utilizado para desinfetar a água para consumo, tendo sido um tratamento amplamente usado e que continua a sê-lo nos dias de hoje. Em 1892, o The Lancet publicou um artigo descrevendo a administração de ozono como tratamento para a tuberculose. A descrição do tratamento é interessante, principalmente o grupo onde o tratamento era mais eficaz:

“Onde se mostrou mais bem-sucedido foi nas pessoas com menos de trinta e cinco anos de idade com hemoptise catarral ou onde a doença não passou muito para o segundo estágio, não estaria muito ativa e estava limitada a um único lobo pulmonar, ou, se em ambos os pulmões, estaria confinado a áreas comparativamente pequenas. Em todos os casos em que essas condições existiam, a melhoria era imediata e progressiva “.

Lendo esta descrição, podemos concluir que os doentes que à partida seriam os mais saudáveis e com doença mais leve foram os doentes que melhoraram…milagre!

Durante a primeira guerra mundial (1914-18) os médicos utilizaram o ozono devido às suas propriedades antibacterianas. Nos finais dos anos 80, começaram a surgir relatos de doentes com HIV que estavam a ser “curados” como a ozonoterapia aplicada à auto-hemoterapia. As autoridades canadianas autorizaram a realização de estudos para testar a segurança e eficácia do ozono nesta condição. E, de facto, nos testes laboratoriais a ozonoterapia mostrou resultados promissores.  Era eficaz na desinfecção do sangue extra-corporal que estava infetado com HIV. No entanto, nos estudos clínicos, a ozonoterapia era ineficaz.

Isto é importante porquê? Porque existem dezenas, senão centenas de tratamentos que são promissores a nível laboratorial e não são eficazes em estudos clínicos. Ou seja, mostram grande potencial num tubo de ensaio, mas não a tratar doentes. Deste tipo de resultados laboratoriais temos assistido ao surgimento de vários tratamentos que se “vendem” como eficazes, mas que na realidade não o são.

Como é que funciona?

O ozono é dos elementos naturais com maior poder oxidativo, levando ao surgimento de radicais livres após a sua decomposição. Este radicais livres podem destruir substâncias biológicas, desde bactérias, vírus até às membranas celulares das células do nosso organismo.

Pensa-se que poderá ser este poder oxidativo que contribui para o surgimento de um efeito hormético. Um efeito hormético, de uma forma simples, significa que um determinado produto tem efeitos opostos em doses altas e em doses baixas. Pensa-se que em baixa dose, as agressões provocadas pelo ozono poderão preparar o corpo para quando surgirem agressões mais importantes, melhorando a sua resistência.

As vantagens atribuídas ao exercício físico e à restrição calórica poderão, em teoria, ser obtidas graças a este efeito.

Como falamos no artigo sobre antioxidantes, pensa-se que estes poderão ser prejudiciais por impedir os benefícios que advêm da exposição a baixas doses de radicais livres. No entanto, não deixa de ser engraçado termos um mercado direccionado para os antioxidantes e outro mercado completamente oposto, onde se promove o stress oxidativo para ganhos em saúde…

Para além disso, existem outros possíveis mecanismos através dos quais a ozonoterapia poderá ser benéfica:

Melhora a circulação, melhora o metabolismo, induz uma ativação ligeira do sistema imune e libertação de fatores de crescimento, dá uma sensação de bem estar aos utilizadores devido à ativação dos sistemas neuroendócrinos e ativa sistemas neuroprotetores. Portanto, será um ótimo tratamento…vamos ver para o quê.

Que doenças supostamente trata?

Segundo uma das clínicas que promovem este tratamento, a ozonoterapia é a melhor coisinha que aconteceu à medicina nos últimos tempos:

Quando citamos um prémio Nobel estamos a apelar à falácia da autoridade, principalmente quando não existe nenhum registo em que Enrico Fermi usou tais palavras, muito menos para descrever o ozono como tratamento válido para doenças no ser humano (pelo menos, não encontrei).

Segundo a sociedade portuguesa de ozonoterapia, não haverá doença que esta terapia não trate:

Aparelho Locomotor:
  • Artrose (Anca, Joelho, Coluna Vertebral , etc. )
  •  Artrite Reumatóide e outras doenças auto-imunes
  •  Bursites e tendinites
  •  Fibromialgia Reumática
  •  Hérnia discal e conflitos discorradiculares
  •  Estenoses do canal
  •  Síndrome do túnel cárpico e outras neuropatias periféricas
  •  Tratamento local de processos sépticos (osteomielites)
Aparelho Cardiovascular:
  •  Varizes e úlceras varicosas
  •  Pé diabético
  •  Tromboflebites
  •  Escaras
  •  Arterioderosis
  •  Claudicação Intermitente
  •  Insuficiência Venosa e Linfedema
  •  Ruptura de capilares
  • Cardiopatia isquémica
Aparelho Digestivo:
  •  Hepatites víricas (B e C)
  •  Colite ulcerosa
  •  Doença de Crohn
  •  Fístulas perineais
  •  Hemorróidas
  •  Proctites
  •  Ulceras gástricas
Medicina Estética e Dermatologia:
  • Celulite
  • Acne
  • Eczemas
  • Herpes Simplex e Zoster
  • Micoses
  • Queimaduras
  • Cicatrizes
  • Viríase cutânea
  • Psoríase
  • Mucosites
Neurologia:
  • Cefaleia Vascular
  • Depressão
  • Dor de cabeça
  • Doença de Parkinson
  • Demência Senil
  • Arteriosclerose cerebral
  • Alzheimer
Ginecologia:
  • Vulvovaginites de repetição
  • Infecções génito-urinárias por vírus , fungos e bactérias
  •  Processos inflamatórios e abcessos da mama
  •  Complicações sépticas obstétricas e puerpérias
Oftalmologia:
  •  Glaucoma de ângulo aberto
  •  Neuropatia óptica
  •  Retinosis pigmentária
  •  Degeneração macular senil
Geriatria:
  •  Cansaço e fadiga crónica
  •  Perca de memória
Otorrinolaringologia:
  • Amigdalite crónica
  •  Faringite infecciosa
  •  Síndrome vestíbulococlear periférico

DR.PAULO BORGES – MÉDICO DE MEDICINA CHINESA; PÓS-GRADUADO EM OZONOTERAPIA MEDICINAL;

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OZONOTERAPIA – ACUPUNTURA – MEDICINA CHINESA – MESOTERAPIA – DR. PAULO BORGES NA GUARDA

Ozonoterapia

O que é a Ozonoterapia?

No fundo, a ozonoterapia consiste na introdução de ozono no corpo recorrendo a diversos métodos. É possível a mistura com outros gases ou líquidos antes da injeção e a sua via de administração inclui a administração endovenosa, intramuscular, subcutânea, vaginal e rectal.

Também é possível utilizar a ozonoterapia associada à auto-hemoterapia. O sangue é retirado, exposto ao ozono e reintroduzido novamente no doente.

O ozono começou a ser utilizado em 1856 para desinfectar salas de operação e esterilizar instrumentos cirúrgicos. No final do século XIX, começou a ser utilizado para desinfetar a água para consumo, tendo sido um tratamento amplamente usado e que continua a sê-lo nos dias de hoje. Em 1892, o The Lancet publicou um artigo descrevendo a administração de ozono como tratamento para a tuberculose. A descrição do tratamento é interessante, principalmente o grupo onde o tratamento era mais eficaz:

“Onde se mostrou mais bem-sucedido foi nas pessoas com menos de trinta e cinco anos de idade com hemoptise catarral ou onde a doença não passou muito para o segundo estágio, não estaria muito ativa e estava limitada a um único lobo pulmonar, ou, se em ambos os pulmões, estaria confinado a áreas comparativamente pequenas. Em todos os casos em que essas condições existiam, a melhoria era imediata e progressiva “.

Lendo esta descrição, podemos concluir que os doentes que à partida seriam os mais saudáveis e com doença mais leve foram os doentes que melhoraram…milagre!

Durante a primeira guerra mundial (1914-18) os médicos utilizaram o ozono devido às suas propriedades antibacterianas. Nos finais dos anos 80, começaram a surgir relatos de doentes com HIV que estavam a ser “curados” como a ozonoterapia aplicada à auto-hemoterapia. As autoridades canadianas autorizaram a realização de estudos para testar a segurança e eficácia do ozono nesta condição. E, de facto, nos testes laboratoriais a ozonoterapia mostrou resultados promissores.  Era eficaz na desinfecção do sangue extra-corporal que estava infetado com HIV. No entanto, nos estudos clínicos, a ozonoterapia era ineficaz.

Isto é importante porquê? Porque existem dezenas, senão centenas de tratamentos que são promissores a nível laboratorial e não são eficazes em estudos clínicos. Ou seja, mostram grande potencial num tubo de ensaio, mas não a tratar doentes. Deste tipo de resultados laboratoriais temos assistido ao surgimento de vários tratamentos que se “vendem” como eficazes, mas que na realidade não o são.

Como é que funciona?

O ozono é dos elementos naturais com maior poder oxidativo, levando ao surgimento de radicais livres após a sua decomposição. Este radicais livres podem destruir substâncias biológicas, desde bactérias, vírus até às membranas celulares das células do nosso organismo.

Pensa-se que poderá ser este poder oxidativo que contribui para o surgimento de um efeito hormético. Um efeito hormético, de uma forma simples, significa que um determinado produto tem efeitos opostos em doses altas e em doses baixas. Pensa-se que em baixa dose, as agressões provocadas pelo ozono poderão preparar o corpo para quando surgirem agressões mais importantes, melhorando a sua resistência.

As vantagens atribuídas ao exercício físico e à restrição calórica poderão, em teoria, ser obtidas graças a este efeito.

Como falamos no artigo sobre antioxidantes, pensa-se que estes poderão ser prejudiciais por impedir os benefícios que advêm da exposição a baixas doses de radicais livres. No entanto, não deixa de ser engraçado termos um mercado direccionado para os antioxidantes e outro mercado completamente oposto, onde se promove o stress oxidativo para ganhos em saúde…

Para além disso, existem outros possíveis mecanismos através dos quais a ozonoterapia poderá ser benéfica:

Melhora a circulação, melhora o metabolismo, induz uma ativação ligeira do sistema imune e libertação de fatores de crescimento, dá uma sensação de bem estar aos utilizadores devido à ativação dos sistemas neuroendócrinos e ativa sistemas neuroprotetores. Portanto, será um ótimo tratamento…vamos ver para o quê.

Que doenças supostamente trata?

Segundo uma das clínicas que promovem este tratamento, a ozonoterapia é a melhor coisinha que aconteceu à medicina nos últimos tempos:

Quando citamos um prémio Nobel estamos a apelar à falácia da autoridade, principalmente quando não existe nenhum registo em que Enrico Fermi usou tais palavras, muito menos para descrever o ozono como tratamento válido para doenças no ser humano (pelo menos, não encontrei).

Segundo a sociedade portuguesa de ozonoterapia, não haverá doença que esta terapia não trate:

Aparelho Locomotor:
  • Artrose (Anca, Joelho, Coluna Vertebral , etc. )
  •  Artrite Reumatóide e outras doenças auto-imunes
  •  Bursites e tendinites
  •  Fibromialgia Reumática
  •  Hérnia discal e conflitos discorradiculares
  •  Estenoses do canal
  •  Síndrome do túnel cárpico e outras neuropatias periféricas
  •  Tratamento local de processos sépticos (osteomielites)
Aparelho Cardiovascular:
  •  Varizes e úlceras varicosas
  •  Pé diabético
  •  Tromboflebites
  •  Escaras
  •  Arterioderosis
  •  Claudicação Intermitente
  •  Insuficiência Venosa e Linfedema
  •  Ruptura de capilares
  • Cardiopatia isquémica
Aparelho Digestivo:
  •  Hepatites víricas (B e C)
  •  Colite ulcerosa
  •  Doença de Crohn
  •  Fístulas perineais
  •  Hemorróidas
  •  Proctites
  •  Ulceras gástricas
Medicina Estética e Dermatologia:
  • Celulite
  • Acne
  • Eczemas
  • Herpes Simplex e Zoster
  • Micoses
  • Queimaduras
  • Cicatrizes
  • Viríase cutânea
  • Psoríase
  • Mucosites
Neurologia:
  • Cefaleia Vascular
  • Depressão
  • Dor de cabeça
  • Doença de Parkinson
  • Demência Senil
  • Arteriosclerose cerebral
  • Alzheimer
Ginecologia:
  • Vulvovaginites de repetição
  • Infecções génito-urinárias por vírus , fungos e bactérias
  •  Processos inflamatórios e abcessos da mama
  •  Complicações sépticas obstétricas e puerpérias
Oftalmologia:
  •  Glaucoma de ângulo aberto
  •  Neuropatia óptica
  •  Retinosis pigmentária
  •  Degeneração macular senil
Geriatria:
  •  Cansaço e fadiga crónica
  •  Perca de memória
Otorrinolaringologia:
  • Amigdalite crónica
  •  Faringite infecciosa
  •  Síndrome vestíbulococlear periférico

DR.PAULO BORGES – MÉDICO DE MEDICINA CHINESA; PÓS-GRADUADO EM OZONOTERAPIA MEDICINAL;

MARCAÇÃO DE CONSULTAS ATRAVÉS DO TELM: 966 862 376

OZONOTERAPIA – ACUPUNTURA – MEDICINA CHINESA – MESOTERAPIA – DR. PAULO BORGES NA FIGUEIRA DA FOZ

Ozonoterapia

O que é a Ozonoterapia?

No fundo, a ozonoterapia consiste na introdução de ozono no corpo recorrendo a diversos métodos. É possível a mistura com outros gases ou líquidos antes da injeção e a sua via de administração inclui a administração endovenosa, intramuscular, subcutânea, vaginal e rectal.

Também é possível utilizar a ozonoterapia associada à auto-hemoterapia. O sangue é retirado, exposto ao ozono e reintroduzido novamente no doente.

O ozono começou a ser utilizado em 1856 para desinfectar salas de operação e esterilizar instrumentos cirúrgicos. No final do século XIX, começou a ser utilizado para desinfetar a água para consumo, tendo sido um tratamento amplamente usado e que continua a sê-lo nos dias de hoje. Em 1892, o The Lancet publicou um artigo descrevendo a administração de ozono como tratamento para a tuberculose. A descrição do tratamento é interessante, principalmente o grupo onde o tratamento era mais eficaz:

“Onde se mostrou mais bem-sucedido foi nas pessoas com menos de trinta e cinco anos de idade com hemoptise catarral ou onde a doença não passou muito para o segundo estágio, não estaria muito ativa e estava limitada a um único lobo pulmonar, ou, se em ambos os pulmões, estaria confinado a áreas comparativamente pequenas. Em todos os casos em que essas condições existiam, a melhoria era imediata e progressiva “.

Lendo esta descrição, podemos concluir que os doentes que à partida seriam os mais saudáveis e com doença mais leve foram os doentes que melhoraram…milagre!

Durante a primeira guerra mundial (1914-18) os médicos utilizaram o ozono devido às suas propriedades antibacterianas. Nos finais dos anos 80, começaram a surgir relatos de doentes com HIV que estavam a ser “curados” como a ozonoterapia aplicada à auto-hemoterapia. As autoridades canadianas autorizaram a realização de estudos para testar a segurança e eficácia do ozono nesta condição. E, de facto, nos testes laboratoriais a ozonoterapia mostrou resultados promissores.  Era eficaz na desinfecção do sangue extra-corporal que estava infetado com HIV. No entanto, nos estudos clínicos, a ozonoterapia era ineficaz.

Isto é importante porquê? Porque existem dezenas, senão centenas de tratamentos que são promissores a nível laboratorial e não são eficazes em estudos clínicos. Ou seja, mostram grande potencial num tubo de ensaio, mas não a tratar doentes. Deste tipo de resultados laboratoriais temos assistido ao surgimento de vários tratamentos que se “vendem” como eficazes, mas que na realidade não o são.

Como é que funciona?

O ozono é dos elementos naturais com maior poder oxidativo, levando ao surgimento de radicais livres após a sua decomposição. Este radicais livres podem destruir substâncias biológicas, desde bactérias, vírus até às membranas celulares das células do nosso organismo.

Pensa-se que poderá ser este poder oxidativo que contribui para o surgimento de um efeito hormético. Um efeito hormético, de uma forma simples, significa que um determinado produto tem efeitos opostos em doses altas e em doses baixas. Pensa-se que em baixa dose, as agressões provocadas pelo ozono poderão preparar o corpo para quando surgirem agressões mais importantes, melhorando a sua resistência.

As vantagens atribuídas ao exercício físico e à restrição calórica poderão, em teoria, ser obtidas graças a este efeito.

Como falamos no artigo sobre antioxidantes, pensa-se que estes poderão ser prejudiciais por impedir os benefícios que advêm da exposição a baixas doses de radicais livres. No entanto, não deixa de ser engraçado termos um mercado direccionado para os antioxidantes e outro mercado completamente oposto, onde se promove o stress oxidativo para ganhos em saúde…

Para além disso, existem outros possíveis mecanismos através dos quais a ozonoterapia poderá ser benéfica:

Melhora a circulação, melhora o metabolismo, induz uma ativação ligeira do sistema imune e libertação de fatores de crescimento, dá uma sensação de bem estar aos utilizadores devido à ativação dos sistemas neuroendócrinos e ativa sistemas neuroprotetores. Portanto, será um ótimo tratamento…vamos ver para o quê.

Que doenças supostamente trata?

Segundo uma das clínicas que promovem este tratamento, a ozonoterapia é a melhor coisinha que aconteceu à medicina nos últimos tempos:

Quando citamos um prémio Nobel estamos a apelar à falácia da autoridade, principalmente quando não existe nenhum registo em que Enrico Fermi usou tais palavras, muito menos para descrever o ozono como tratamento válido para doenças no ser humano (pelo menos, não encontrei).

Segundo a sociedade portuguesa de ozonoterapia, não haverá doença que esta terapia não trate:

Aparelho Locomotor:
  • Artrose (Anca, Joelho, Coluna Vertebral , etc. )
  •  Artrite Reumatóide e outras doenças auto-imunes
  •  Bursites e tendinites
  •  Fibromialgia Reumática
  •  Hérnia discal e conflitos discorradiculares
  •  Estenoses do canal
  •  Síndrome do túnel cárpico e outras neuropatias periféricas
  •  Tratamento local de processos sépticos (osteomielites)
Aparelho Cardiovascular:
  •  Varizes e úlceras varicosas
  •  Pé diabético
  •  Tromboflebites
  •  Escaras
  •  Arterioderosis
  •  Claudicação Intermitente
  •  Insuficiência Venosa e Linfedema
  •  Ruptura de capilares
  • Cardiopatia isquémica
Aparelho Digestivo:
  •  Hepatites víricas (B e C)
  •  Colite ulcerosa
  •  Doença de Crohn
  •  Fístulas perineais
  •  Hemorróidas
  •  Proctites
  •  Ulceras gástricas
Medicina Estética e Dermatologia:
  • Celulite
  • Acne
  • Eczemas
  • Herpes Simplex e Zoster
  • Micoses
  • Queimaduras
  • Cicatrizes
  • Viríase cutânea
  • Psoríase
  • Mucosites
Neurologia:
  • Cefaleia Vascular
  • Depressão
  • Dor de cabeça
  • Doença de Parkinson
  • Demência Senil
  • Arteriosclerose cerebral
  • Alzheimer
Ginecologia:
  • Vulvovaginites de repetição
  • Infecções génito-urinárias por vírus , fungos e bactérias
  •  Processos inflamatórios e abcessos da mama
  •  Complicações sépticas obstétricas e puerpérias
Oftalmologia:
  •  Glaucoma de ângulo aberto
  •  Neuropatia óptica
  •  Retinosis pigmentária
  •  Degeneração macular senil
Geriatria:
  •  Cansaço e fadiga crónica
  •  Perca de memória
Otorrinolaringologia:
  • Amigdalite crónica
  •  Faringite infecciosa
  •  Síndrome vestíbulococlear periférico

DR.PAULO BORGES – MÉDICO DE MEDICINA CHINESA; PÓS-GRADUADO EM OZONOTERAPIA MEDICINAL;

MARCAÇÃO DE CONSULTAS ATRAVÉS DO TELM: 966 862 376

Ozonoterapia – Acupuntura – Medicina Chinesa – Mesoterapia – Dr. Paulo Borges em Viseu

Ozonoterapia

O que é a Ozonoterapia?

No fundo, a ozonoterapia consiste na introdução de ozono no corpo recorrendo a diversos métodos. É possível a mistura com outros gases ou líquidos antes da injeção e a sua via de administração inclui a administração endovenosa, intramuscular, subcutânea, vaginal e rectal.

Também é possível utilizar a ozonoterapia associada à auto-hemoterapia. O sangue é retirado, exposto ao ozono e reintroduzido novamente no doente.

O ozono começou a ser utilizado em 1856 para desinfectar salas de operação e esterilizar instrumentos cirúrgicos. No final do século XIX, começou a ser utilizado para desinfetar a água para consumo, tendo sido um tratamento amplamente usado e que continua a sê-lo nos dias de hoje. Em 1892, o The Lancet publicou um artigo descrevendo a administração de ozono como tratamento para a tuberculose. A descrição do tratamento é interessante, principalmente o grupo onde o tratamento era mais eficaz:

“Onde se mostrou mais bem-sucedido foi nas pessoas com menos de trinta e cinco anos de idade com hemoptise catarral ou onde a doença não passou muito para o segundo estágio, não estaria muito ativa e estava limitada a um único lobo pulmonar, ou, se em ambos os pulmões, estaria confinado a áreas comparativamente pequenas. Em todos os casos em que essas condições existiam, a melhoria era imediata e progressiva “.

Lendo esta descrição, podemos concluir que os doentes que à partida seriam os mais saudáveis e com doença mais leve foram os doentes que melhoraram…milagre!

Durante a primeira guerra mundial (1914-18) os médicos utilizaram o ozono devido às suas propriedades antibacterianas. Nos finais dos anos 80, começaram a surgir relatos de doentes com HIV que estavam a ser “curados” como a ozonoterapia aplicada à auto-hemoterapia. As autoridades canadianas autorizaram a realização de estudos para testar a segurança e eficácia do ozono nesta condição. E, de facto, nos testes laboratoriais a ozonoterapia mostrou resultados promissores.  Era eficaz na desinfecção do sangue extra-corporal que estava infetado com HIV. No entanto, nos estudos clínicos, a ozonoterapia era ineficaz.

Isto é importante porquê? Porque existem dezenas, senão centenas de tratamentos que são promissores a nível laboratorial e não são eficazes em estudos clínicos. Ou seja, mostram grande potencial num tubo de ensaio, mas não a tratar doentes. Deste tipo de resultados laboratoriais temos assistido ao surgimento de vários tratamentos que se “vendem” como eficazes, mas que na realidade não o são.

Como é que funciona?

O ozono é dos elementos naturais com maior poder oxidativo, levando ao surgimento de radicais livres após a sua decomposição. Este radicais livres podem destruir substâncias biológicas, desde bactérias, vírus até às membranas celulares das células do nosso organismo.

Pensa-se que poderá ser este poder oxidativo que contribui para o surgimento de um efeito hormético. Um efeito hormético, de uma forma simples, significa que um determinado produto tem efeitos opostos em doses altas e em doses baixas. Pensa-se que em baixa dose, as agressões provocadas pelo ozono poderão preparar o corpo para quando surgirem agressões mais importantes, melhorando a sua resistência.

As vantagens atribuídas ao exercício físico e à restrição calórica poderão, em teoria, ser obtidas graças a este efeito.

Como falamos no artigo sobre antioxidantes, pensa-se que estes poderão ser prejudiciais por impedir os benefícios que advêm da exposição a baixas doses de radicais livres. No entanto, não deixa de ser engraçado termos um mercado direccionado para os antioxidantes e outro mercado completamente oposto, onde se promove o stress oxidativo para ganhos em saúde…

Para além disso, existem outros possíveis mecanismos através dos quais a ozonoterapia poderá ser benéfica:

Melhora a circulação, melhora o metabolismo, induz uma ativação ligeira do sistema imune e libertação de fatores de crescimento, dá uma sensação de bem estar aos utilizadores devido à ativação dos sistemas neuroendócrinos e ativa sistemas neuroprotetores. Portanto, será um ótimo tratamento…vamos ver para o quê.

Que doenças supostamente trata?

Segundo uma das clínicas que promovem este tratamento, a ozonoterapia é a melhor coisinha que aconteceu à medicina nos últimos tempos:

Quando citamos um prémio Nobel estamos a apelar à falácia da autoridade, principalmente quando não existe nenhum registo em que Enrico Fermi usou tais palavras, muito menos para descrever o ozono como tratamento válido para doenças no ser humano (pelo menos, não encontrei).

Segundo a sociedade portuguesa de ozonoterapia, não haverá doença que esta terapia não trate:

Aparelho Locomotor:
  • Artrose (Anca, Joelho, Coluna Vertebral , etc. )
  •  Artrite Reumatóide e outras doenças auto-imunes
  •  Bursites e tendinites
  •  Fibromialgia Reumática
  •  Hérnia discal e conflitos discorradiculares
  •  Estenoses do canal
  •  Síndrome do túnel cárpico e outras neuropatias periféricas
  •  Tratamento local de processos sépticos (osteomielites)
Aparelho Cardiovascular:
  •  Varizes e úlceras varicosas
  •  Pé diabético
  •  Tromboflebites
  •  Escaras
  •  Arterioderosis
  •  Claudicação Intermitente
  •  Insuficiência Venosa e Linfedema
  •  Ruptura de capilares
  • Cardiopatia isquémica
Aparelho Digestivo:
  •  Hepatites víricas (B e C)
  •  Colite ulcerosa
  •  Doença de Crohn
  •  Fístulas perineais
  •  Hemorróidas
  •  Proctites
  •  Ulceras gástricas
Medicina Estética e Dermatologia:
  • Celulite
  • Acne
  • Eczemas
  • Herpes Simplex e Zoster
  • Micoses
  • Queimaduras
  • Cicatrizes
  • Viríase cutânea
  • Psoríase
  • Mucosites
Neurologia:
  • Cefaleia Vascular
  • Depressão
  • Dor de cabeça
  • Doença de Parkinson
  • Demência Senil
  • Arteriosclerose cerebral
  • Alzheimer
Ginecologia:
  • Vulvovaginites de repetição
  • Infecções génito-urinárias por vírus , fungos e bactérias
  •  Processos inflamatórios e abcessos da mama
  •  Complicações sépticas obstétricas e puerpérias
Oftalmologia:
  •  Glaucoma de ângulo aberto
  •  Neuropatia óptica
  •  Retinosis pigmentária
  •  Degeneração macular senil
Geriatria:
  •  Cansaço e fadiga crónica
  •  Perca de memória
Otorrinolaringologia:
  • Amigdalite crónica
  •  Faringite infecciosa
  •  Síndrome vestíbulococlear periférico

DR.PAULO BORGES – MÉDICO DE MEDICINA CHINESA; PÓS-GRADUADO EM OZONOTERAPIA;

MARCAÇÃO DE CONSULTAS ATRAVÉS DO TELM: 966 862 376